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5 de abr de 2010

ELE VIVE, MAS PARA VÊ-LO HÁ UM CAMINHO A FAZER

Segunda-feira da oitava da Páscoa
REFLEXÃO DO EVANGELHO


Começamos a viver o tempo pascal. Durante algumas semanas seremos levados a aprofundar nossa fé na presença do Ressuscitado em nosso meio. O desejado das colinas eternas, aquele que é a Palavra tornada carne, história, vida humana, Palavra tornada cruz, agora é o Ressuscitado. Chamamo-lo de Senhor, Senhor Jesus. As primeiras comunidades cristãs foram compreendendo, aos poucos, que ele estava no meio de todos, principalmente quando corações puros se reuniam em seu nome.

Mulheres que amavam o Senhor foram as primeiras contempladas com a graça de compreenderem sua vida nova. Elas estavam em torno do misterioso sepulcro vazio.

Tentemos acompanhar, passo a passo, os versículos do evangelista Mateus. As mulheres são personagens centrais. Elas se abrem à fé. “Cristo ressuscitado só se revela a quem é aberto ao amor e à fé. As mulheres buscam a Jesus porque o amaram e o amam. A revelação é graça, vem por pura iniciativa do Senhor (cf. Missal Cotidiano da Paulus, p. 335).


Mulheres deixam o sepulcro. Elas são responsáveis de anunciar a ressurreição. Estavam com medo, devido aos acontecimentos que se atropelavam. Medo e alegria paradoxalmente se acoplam.

Dá, então, a manifestação do ressuscitado. “Alegrai-vos”. As mulheres se prostram e abraçam seus pés. Pedro Crisólogo: “Essas mulheres, ele as encontrou já maduras na fé; dominando suas fraquezas, se apressam para o mistério, procurando o Senhor com todo o ardor da fé. Por isso, mereceram que ele fosse ao encontro delas com essa saudação: Alegrai-vos! Não apenas concede-lhes tocá-lo, mas ainda possuí-lo, na medida do amor de ambas. Diz o evangelista: Elas se aproximaram e abraçaram seus pés, em adoração. Essas mulheres que abraçaram os pés de Cristo, são, na Igreja, modelos de pregação evangélica. Merecem essa graça devido ao ardor de sua carreira: tocaram os pés do Salvador com tamanha fé que lhes foi concedida a honra de abraçar a glória divina” (Lecionário Monástico II, p. 35-36).

Fonte: www.franciscanos.org.br

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