Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

23 de dez de 2009

Encerramento anual do Terço dos Homens

Nesta noite de quarta-feira (23/12), aconteceu o encerramento das atividades do Terço dos Homens de nossa paróquia por este ano de 2009.
A celebração contou com a participação de integrantes do Terço dos Homens da cidade, do Monte do Galo e do Povoado Ermo, além de dezenas de pessoas da comunidade.
O evento iniciou-se com uma procissão, com os homens conduzindo a imagem de Nossa Senhora até a Praça Caetano Dantas, onde foi rezado o Terço e meditada a Palavra.
UM FELIZ NATAL COM CRISTO E UM ANO NOVO CHEIO DE PAZ E ESPERANÇA PARA TODOS QUE FAZEM PARTE DESSE MOVIMENTO, QUE PROCURAM, COM SIMPLICIDADE, LEVAR A PALAVRA DE DEUS E OS ENSINAMENTOS DE MARIA A TODOS OS HOMENS DA COMUNIDADE!

Jovens "conectados" em Jesus - palavras do Papa

CIDADE DO VATICANO, domingo 20 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).
"Se oferecemos nossa disponibilidade a Jesus e abrimos nosso coração a Ele, Ele não deixará de fazer-nos sentir sua presença." Assim recordou Bento XVI no último sábado, ao receber em audiência uma representação de jovens da Ação Católica Italiana (ACR) para a tradicional felicitação de Natal, na qual expressou sua estima pessoal pelo particular compromisso que a associação está vivendo no tema “Estamos conectados”, para colocar-se em comunicação com Jesus e com os demais.
“Também vós sois pequenos como Zaqueu, que subiu em uma árvore porque queria ver Jesus, mas o Senhor, levantando o olhar, percebeu-o imediatamente, no meio da multidão”, explicou o Papa aos jovens, citando o personagem e a imagem bíblica como referência do programa.
“Jesus vos vê e vos escuta, mesmo que sejais pequenos, ainda que às vezes os adultos não vos considerem como gostaríeis”, acrescentou, sublinhando que Cristo “não somente vos vê, mas sintoniza vossa onda, quer deter-se onde vós estais, estar convosco, criar com cada um de vós uma forte amizade”.
“Diante de Jesus, imitai sempre o exemplo de Zaqueu, que desceu imediatamente da árvore, acolheu-o cheio de alegria em sua casa e não deixou de fazer-lhe uma festa”, pediu o Papa.
“Acolhei-o em vossa vida de todos os dias, entre o lazer e as tarefas, na oração, quando Ele pede vossa amizade e vossa generosidade, quando sois felizes e quando tendes medo.”
“No Natal, mais uma vez, o amigo Jesus sai ao vosso encontro e vos chama. Ele é o Filho de Deus, é o Senhor que vedes a cada dia nas imagens das igrejas, nas ruas, nas casas. Ele vos fala sempre do amor maior, capaz de entregar-se sem limites, de trazer paz e perdão.”
Bento XVI recordou, portanto, que somente a presença de Jesus na vida “dá a plena alegria”, porque “Ele é capaz de fazer sempre nova e bela cada coisa” e “não vos esquece jamais”.
“Se lhe dizeis cada dia que estais ‘conectados’, esperai certamente que Ele vos chame para enviar-vos uma mensagem de amizade e afeto”, afirmou, explicando que esta mensagem pode chegar a qualquer momento: “quando participais da santa Missa, quando vos dedicais ao estudo, aos vossos compromissos cotidianos ou quando sabeis cumprir gestos de participação, de solidariedade, de generosidade e de amor aos demais”
O Papa lhes pediu especialmente que estejam perto dos “jovens que sofrem, especialmente aqueles que vêm de países distantes e que frequentemente são abandonados, sem pais e sem amigos”.
Durante o encontro, esteve presente uma delegação de jovens da Ação Católica de Belém, cidade à qual será dedicado, em janeiro, o “mês da paz”, através de um projeto de solidariedade com a Terra Santa, para reconstruir o auditório da paróquia de Belém.

REFLEXÃO DO DIA - Quarta-Feira (23/12)

Terminou para Isabel o tempo de gravidez, e ela deu à luz um filho. Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido bom para Isabel, e se alegraram com ela. No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. A mãe, porém, disse: «Não! Ele vai se chamar João.» Os outros disseram: «Você não tem nenhum parente com esse nome!» Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse. Zacarias pediu uma tabuinha, e escreveu: «O nome dele é João.» E todos ficaram admirados. No mesmo instante, a boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus. Todos os vizinhos ficaram com medo, e a notícia se espalhou por toda a região montanhosa da Judéia. E todos os que ouviam a notícia, ficavam pensando: «O que será que esse menino vai ser?» De fato, a mão do Senhor estava com ele. (Lc 1,57-66)

Chegou o tempo de Isabel dar à luz. Completaram-se os seus dias. O menino nasce em clima de alegria. “ E todos se alegraram com ela”. Momento de alegria, mas também de apreensão. Os pais sempre têm dúvidas. Será que a criança vai nascer bem? Será que a mãe vai sair-se bem? O que será dessa criança?
Alguns queriam colocar o nome de Zacarias na criança. A mãe impediu. Ele vai se chamar João. João quer dizer, aquele em quem está a graça. Esta criança terá uma vocação toda especial. Antes mesmo de nascer João já conhecera através da parede do corpo de sua mãe e de Isabel o Cristo. Toda a sua vida, posteriormente, seria um hino de preparação para a atividade do Messias. João iria morar no deserto, na rudeza das areias e das pedras, ouvindo o canto do vento e as harmonias das noites de silêncio. Um dia, na plenitude de todos os tempos, o Batista viria para as cidades, de modo particular, seria visto nas margens do Jordão. Ele adota um estilo de pregação profética, corajosa, intrépida. Leva o povo a se lavar no Jordão, num batismo de penitência, de conversão... Sua vida foi a de preparador dos caminhos do Senhor. Os convertidos e lavados no Jordão poderiam compreender melhor a figura de Jesus e entrar, aos poucos, no espírito do sermão da montanha. João aponta e desaparece. Não se considera digno nem mesmo de carregar as sandálias de Jesus... Quando as pessoas queriam exaltá-lo e engrandecê-lo fez questão de dizer que era importante que o Messias crescesse e que ele, a voz do clama do deserto, desaparecesse.
Um dia, às margens do Jordão, entre os que seriam mergulhados nas águas, estava alguém muito especial, aquele para o qual ele existia, o Messias. João hesita em atender ao pedido do Messias de ser batizado por João. O Messias quer cumprir toda a lei... e ele o batiza, momento em que Jesus se associa a todos os pecadores da face da terra, ele será o servo de Javé que levará mais tarde para o alto da cruz as culpas da humanidade. Mas isso será mais tarde.
João conclui tragicamente sua vida. São Beda Venerável assim fala do fim de seus dias: “Um homem de tanto valor terminou a vida terrena pela efusão do sangue, depois do longo sofrimento da prisão. Aquele que proclamava o Evangelho da liberdade da paz celeste, foi lançado por ímpios às cadeias; foi fechado na escuridão do cárcere quem veio dar testemunho da luz e por esta mesma luz que é Cristo, tinha merecido ser chamado de lâmpada ardente e luminosa. Foi batizado no próprio sangue aquele a quem tinha sido dado batizar o Redentor do mundo, ouvir sobre ele a voz do Pai, ver descer a graça do Espírito Santo. Contudo, para quem tinha conhecimento de que seria recompensado pela alegrias perpétuas não era insuportável sofrer tais tormentos pela verdade, mas pelo contrário, fácil e desejável”.