Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

11 de nov de 2009

JARDIM DE INFÂNCIA


A maior parte do que realmente eu precisava conhecer de como viver, o que fazer e como ser, aprendi no Jardim de Infância. Bom senso não estava no topo do pós-graduação, mas sim na areia do fundo do quintal do Jardim de Infância.

Estas são as coisas que aprendi: reze ao iniciar o dia, partilhe tudo. Jogue sinceramente. Não agrida as pessoas. Ponha as coisas de volta aonde você achou. Limpe tudo o que você sujou. Não pegue coisas que não são suas. Peça desculpas quando você magoar alguém. Lave as mãos antes das refeições. Dê descarga. Bolachas e leite fazem bem a você. Viva uma vida balanceada. Todo o dia aprenda algo, pense um pouco, desenhe e dance. Tire uma sesta rapidinha a tarde. Quando você sair para o mundo cuide o tráfego, dê as mãos e fique junto. Esteja ciente das maravilhas. Lembre das pequenas sementes nos copos com algodão molhado. As raízes vão para baixo e a planta para cima, ninguém sabe realmente porquê ou como, mas nós somos iguais a isto.

Peixes, lagartas e até mesmo sementes nos copinhos plásticos, morrem todos. Assim também nós. E depois, lembre o primeiro livro de leitura com grandes letras. Tudo o que você precisava saber estava lá, em algum lugar. As regras de ouro, amor e sanitarismo básico. Ecologia, política e viver sensatamente.

Pense como o mundo seria melhor se todos tivessem bolachas e leite às 15 horas. Ou se todas as nações colocassem tudo de volta de onde tiraram as coisas e, também limpassem tudo. E ainda é verdade, indiferente de sua idade, quando nós vamos para o mundo, melhor é dar-nos as mãos e ficarmos juntos.

REFLEXÃO DO DIA: Quarta-Feira 11/11

Caminhando para Jerusalém, aconteceu que Jesus passava entre a Samaria e a Galiléia. Quando estava para entrar num povoado, dez leprosos foram ao encontro dele. Pararam de longe, e gritaram: «Jesus, Mestre, tem compaixão de nós!» Ao vê-los, Jesus disse: «Vão apresentar-se aos sacerdotes.» Enquanto caminhavam, aconteceu que ficaram curados. Ao perceber que estava curado, um deles voltou atrás dando glória a Deus em alta voz. Jogou-se no chão, aos pés de Jesus, e lhe agradeceu. E este era um samaritano. Então Jesus lhe perguntou: «Não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão? Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro?» E disse a ele: «Levante-se e vá. Sua fé o salvou.» (Lc 17, 11-19)
Jesus não quer simplesmente realizar a cura das pessoas, ele quer a libertação integral e a reinserção social de todos os que são por ele curados. Quando Jesus manda que os dez leprosos se apresentem diante dos sacerdotes, ele está realizando a cura deles e quer que eles tenham autorização para voltar a participar ativamente da vida comunitária, o que não era permitido aos leprosos, que eram considerados impuros e, por isso, excluídos da sociedade. Somente quando os sacerdotes constatavam a cura da lepra, poderiam voltar ao convívio de todos.
Fonte: CNBB