Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

31 de out de 2009

A SANTA MISSA - TESTEMUNHO DE CATALINA (Parte 2)

(continuação)
Era dia de Festa e se devia recitar o Glória.
Disse Nossa Senhora: - “Glorifica e bendiz com todo o teu amor à Santíssima Trindade em reconhecimento como Sua criatura”.
Como foi diferente aquele Glória! Logo me vi em um lugar distante, cheio de luz ante a Presença Majestosa do Trono de Deus, e com todo amor fui agradecendo ao repetir: “...Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai Todo-Poderoso: nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças por Vossa imensa Glória. (e evoquei o rosto paterno do Pai, cheio de bondade...) Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai...” e Jesus estava diante de mim, com esse Rosto cheio de ternura e Misericórdia: “...Só Vós sois o Santo, só Vós, o Senhor, só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo...” o Deus do formoso Amor, Aquele que neste momento estremecia todo o meu ser... E pedi: “Senhor, libertai-me de todo mau espírito; meu coração Vos pertence, Senhor meu. Enviai-me Vossa paz para conseguir tirar o melhor proveito desta Missa e que minha vida dê seus melhores frutos. Espírito Santo de Deus, transformai-me, agi em mim, guiai-me. Oh Deus, dai-me os dons de que necessito para Vos servir melhor...!” Chegou o momento da Liturgia da Palavra e a Virgem me fez repetir: “Senhor, hoje quero escutar Vossa Palavra e produzir abundantes frutos, que o Vosso Santo Espírito limpe o terreno de meu coração, para que Vossa Palavra cresça e se desenvolva; purificai meu coração para que esteja bem disposto.”
“Quero que estejas atenta às leituras e a toda a homilia do sacerdote. Recorda que a Bíblia diz que a Palavra de Deus não volta sem ter dado fruto. Se estiveres atenta, ficará algo em ti de tudo o que escutares. Deves tratar de lembrar-te o dia todo essas Palavras que deixaram marca em ti.
Serão por vezes duas frases, logo será a leitura inteira do Evangelho, talvez uma só palavra; saboreia o resto do dia e isso ganhará carne em ti porque essa é a forma de transformar a vida, fazendo com que a Palavra de Deus te transforme totalmente. E agora, diz ao Senhor que estás aqui para escutar o que Ele quiser dizer hoje ao teu coração”.
Novamente agradeci a Deus por me dar a oportunidade de ouvir Sua Palavra e Lhe pedi perdão por ter tido o coração tão duro por tantos anos, e por ter ensinado a meus filhos que deviam ir à Missa aos domingos porque assim a Igreja mandava, não por amor, por necessidade de encher-se de Deus... Eu que havia assistido a tantas Celebrações, mais por compromisso; e com isso acreditava estar salva. Vivê-la, nem sonhar; prestar atenção às leituras e à homilia do sacerdote, muito menos. Quanta dor senti por tantos anos de perda inútil, por minha ignorância! Quanta superficialidade nas Missas a que assistimos porque é um casamento, uma Missa por um defunto ou porque temos que ser vistos com a sociedade! Quanta ignorância sobre nossa Igreja e sobre os Sacramentos! Quanto desperdício em querer instruir-nos e sermos cultos nas coisas do mundo, que em um momento podem desaparecer sem ficarmos com nada, e que no final da vida não nos servem nem para aumentar em um minuto a nossa existência! E no entanto, daquilo que nos vai dar um pouco do céu na terra, e portanto a vida eterna, nada sabemos. E nos consideramos homens e mulheres cultos!...

O NÓ DO AFETO

Em uma reunião de Pais, numa Escola da Periferia, a Diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos. Pedia-lhes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível. Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar a entender as crianças.
Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou a explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana.
Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando ele voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho a que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.
E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
A diretora ficou emocionada com aquela história singela e emocionante. E ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazerem
presentes, de se comunicarem com o filho. Aquele pai encontrou a sua, simples, mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.
Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo, ou um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais que presentes ou desculpas vazias.
É válido que nos preocupemos com nossos filhos, mas é importante que eles saibam e que eles sintam isso. Para que haja a comunicação, é preciso que os filhos “ouçam” a linguagem do nosso coração, pois em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras.
É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o ciúme do bebê que roubou o colo, o medo do escuro. A criança pode não entender o significado de muitas palavras, mas sabe registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho.
E você… Já deu algum nó no lençol de seu filho, hoje?

EXITE UMA VIDA ALÉM DA MORTE?

Desde o início da humanidade nos perguntamos: Existe uma vida depois desta? É natural que se questione acerca do desconhecido. A vida eterna era totalmente desconhecida antes de Jesus e ficou parcialmente conhecida depois Dele. Tudo o que sabemos é o que Ele nos revelou através de sua pregação e da sua intimidade com o Pai que tantas vezes se referiu.
No diálogo que Ele tem com Nicodemos revela-se a fragilidade do conhecimento humano acerca da realidade Celeste. Nicodemos não consegue entender como pode o homem já maduro nascer de novo. O que Jesus deixa bem claro é que esta vida é transitória e passageira, deve ser vivida com intensidade, mas com a certeza de que temos uma pátria definitiva de onde viemos e para onde voltaremos.
Para entendermos a Deus precisamos recorrer às realidades humanas, com as suas experiências mais profundas de si mesmo e de sua relação com os outros e com o meio em que vive. Conta uma história que uma mãe estava grávida de gêmeos. A mesma história conta que os meninos tinham a possibilidade de conversar no útero materno. Diante de muitos questionamentos feitos do mundo em que eles viviam, certo dia apareceu um questionamento crucial: “Será que existe uma vida depois do parto?”. Após muitas considerações de provas a favor e contra uma vida depois do parto a conclusão foi certeira: “Não sabemos, pois até agora ninguém voltou para contar”.
Sabemos que o ser humano, desde a sua concepção, começa um processo de crescimento e amadurecimento no seio materno, chegando à sua plenitude no nono mês. Este é o momento de nascer. Nascer para onde? Que mundo espera a nova criatura? Nascer é necessário mesmo que isso cause sofrimento à mãe e à criança que está vindo ao mundo.
A criança, agora já madura, não faz nenhuma questão de deixar aquele ambiente aconchegante e que oferece todas as possibilidades para que suas necessidades sejam supridas. Do mundo novo não se sabe nada, é um necessário passo no escuro. Assim que nasce, começa outro processo de crescimento e amadurecimento no “útero” da terra.
São os nove meses da nossa vida que vivemos em busca do aperfeiçoamento humano e, quando estamos prontos, é hora de nascer para outra vida. O mesmo questionamento da história, nós os fazemos: Será que existe uma vida depois da morte? E com toda a certeza podemos afirmar que ninguém voltou para contar.
Jesus foi o único que fez essa passagem, e por isso, tudo o que sabemos dessa nova vida foi Ele quem nos revelou.
Na Montanha Sagrada, no momento da Transfiguração, Jesus abre uma janela e mostra para os discípulos o que é o Céu. Uma experiência de Deus feita com tamanha profundeza que as testemunhas adormecem, não entendem o que aconteceu. O privilégio dos santos apóstolos de ver o Céu sem passar pela morte os levou a ter o desejo de ficar por lá mesmo. Assim como o útero da terra é bem maior que o útero materno, podemos então imaginar a grandeza do “útero eterno”.
Em vários outros momentos Jesus falou sobre o Céu e a importância de todos estarem fazendo todo o esforço necessário para merecê-lo. De muitas maneiras, a beleza do mundo futuro é cantada, rezada e explicada. As Sagradas Escrituras estão plenas dessa realidade. Verdadeiras liturgias celestiais aparecem como forma de animar o povo na sua caminhada terrena, principalmente nos momentos de dificuldades que estes enfrentam para viver a fé.
O ser humano é pequeno demais para poder entender a grandeza de Deus e do mundo futuro. Isso tudo é tão grande que não cabe dentro do homem. Nós, cristãos, não devemos nos preocupar com aquilo que muitos dizem por aí acerca da morte e da vida futura. Quanto menor a pessoa, menor é a sua capacidade de imaginação. Por isso, muitos não conseguem entender a vida depois do parto, digo depois da morte.
As coisas de Deus só podemos entender com o coração. Este é o motivo pelo qual aqueles que querem entender através da ciência e da capacidade do homem acabam falando e pregando meias verdades e até mentiras. A revelação de Jesus mostra que o ser humano veio de Deus e para Ele voltará, eis o destino da pessoa. Acreditar nisso é viver a vida na sua plenitude para amadurecer e alcançar A Plenitude que é o próprio Deus.
Celebremos, é claro que com saudades, mas também com uma grande esperança que a promessa de Jesus se cumprirá: “Onde eu estou, quero que estejam também aqueles que amo”.

http://candelaria.org.br

REFLEXÃO DO DIA - Sábado 31/10

Num dia de sábado aconteceu que Jesus foi comer em casa de um dos chefes dos fariseus, que o observavam. Jesus notou como os convidados escolhiam os primeiros lugares. Então contou a eles uma parábola: «Se alguém convida você para uma festa de casamento, não ocupe o primeiro lugar. Pode ser que tenha sido convidado alguém mais importante do que você; e o dono da casa, que convidou os dois, venha dizer a você: ‘Dê o lugar para ele’. Então você ficará envergonhado e irá ocupar o último lugar. Pelo contrário, quando você for convidado, vá sentar-se no último lugar. Assim, quando chegar quem o convidou, ele dirá a você: ‘Amigo, venha mais para cima’. E isso vai ser uma honra para você na presença de todos os convidados. De fato, quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado.» (Lc 14, 1.7-11)
O mundo em que vivemos é marcado pela concorrência, pela luta constante no sentido de superar as outras pessoas. É sempre uma luta de um contra os outros para vencer, estar por cima, e, por causa dessa concorrência, nunca sobra lugar para a amizade, o amor e a fraternidade. Jesus nos mostra que entre nós, que somos seus discípulos, não deve ser assim. Devemos buscar a promoção das pessoas, valorizar aqueles que estão ao nosso lado, a fim de que, promovendo as pessoas, elas também nos promovam, de modo que temos o crescimento de todos e não apenas de alguns e vivamos como irmãos, filhos do mesmo Pai que está nos céus, e não como inimigos em uma batalha constante.
Fonte: CNBB

30 de out de 2009

2º ACAMPAMENTO JOVEM

Nos dias 31 de outubro, 01 e 02 de novembro estaremos vivendo em nossa paróquia o 2º Acampamento Jovem!
Participarão do acampamento todos os jovens que no próximo dia 07/11 estarão recebendo o Sacramento da Crisma. O acampamento também está aberto aos demais jovens que queiram participar de um final de semana de muita oração, louvor e adoração. A expectativa é que aproximadamente 400 jovens estejam presentes no evento.
O acampamento terá seu início amanhã (31/10), às 13h30min, no CEJUC - Carnaúba dos Dantas. O jantar para os participantes será servido no local.




A SANTA MISSA - TESTEMUNHO DE CATALINA (Parte 1)

Este é o testemunho que devo e quero dar ao mundo inteiro, para maior Glória de Deus e para a salvação de todo aquele que queira abrir seu coração ao Senhor. Para que muitas almas consagradas a Deus reavivem o fogo do amor a Cristo - as que são donas das mãos que têm o poder de trazê-Lo à terra para que seja nosso alimento, e as outras, para que percam o "costume rotineiro" de recebê-Lo e revivam o assombro do encontro cotidiano com o amor. Para que meus irmãos e irmãs leigos do mundo inteiro vivam o maior dos Milagres com o coração: a celebração da Santa Eucaristia.
Era a vigília do dia da Anunciação e os componentes do nosso grupo tinhamos ido confessar. Algumas das senhoras do grupo de oração não conseguiram fazê-lo e deixaram sua confissão para o dia seguinte, antes da Santa Missa. Quando cheguei no dia seguinte à igreja um pouco atrasada, o senhor Arcebispo e os sacerdotes já estavam saindo do presbitério.
Disse-me a Virgem com aquela voz tão suave e feminina que imediatamente enche a alma de doçura: “Hoje é um dia de aprendizagem para ti e quero que prestes muita atenção, porque do que fores testemunho hoje, tudo o que viveres neste dia, terás que dar a conhecer à humanidade”. Fiquei surpresa e sem compreender, mas procurando estar bem atenta.
A primeira coisa que percebi é que havia um coro de vozes muito belas que cantavam como se estivessem longe, aproximando-se às vezes e logo se afastava a música como se fosse com o barulho do vento.
O senhor Arcebispo começou a Santa Missa e, ao chegar a Oração Penitencial, disse a Santíssima Virgem: “Do fundo de teu coração, pede perdão ao Senhor por todas as tuas culpas, por tê-Lo ofendido, assim poderás participar dignamente deste privilégio que é assistir à Santa Missa.”
Certamente que por uma fração de segundo pensei: “Mas se estou na Graça de Deus, pois acabo de me confessar a noite passada...”
Ela replicou: “E crês que desde a noite passada não ofendeste ao Senhor? Deixa-me que te recorde algumas coisas. Quando saías para vir aqui, a moça que te ajuda se aproximou para te pedir algo e, como estavas atrasada, com pressa, não respondeste de bom modo. Isso foi uma falta de caridade de tua parte e dizes não ter ofendido a Deus?... No caminho para cá, um ônibus atravessou o teu caminho, quase se chocando contigo, e te expressaste de modo pouco conveniente contra o pobre homem, em lugar de vires fazendo tuas orações, preparando-te para a Santa Missa. Faltaste com a caridade e perdeste a paz, a paciência. E dizes não ter ferido o Senhor? Chegas no último minuto, quando a procissão dos celebrantes está saindo para celebrar a Missa... e vais participar dela sem uma preparação prévia...”
Ah, minha Mãe, não me digais mais, não me recordeis mais coisas porque morrerei de pesar e vergonha - respondi.
“Por que tendes que chegar no último minuto? Deveríeis estar antes para poder fazer uma oração e pedir ao Senhor que envie Seu Espírito Santo, que vos dê um espírito de paz que lance para fora o espírito do mundo, as preocupações, os problemas e as distrações para serdes capazes de viver este momento tão sagrado. Mas chegais quase ao começar da celebração, e participais como se participásseis de um evento qualquer, sem nenhuma preparação espiritual. Por quê? É o maior Milagre, ides viver o momento do maior dom da parte do Altíssimo e não sabeis apreciar.”
Era bastante. Sentia-me tão mal que tive mais do que o suficiente para pedir perdão a Deus, não somente pelas faltas desse dia, mas por todas as vezes em que, como muitíssimas outras pessoas, esperei que terminasse a homilia do sacerdote para entrar na igreja. Pelas vezes que não soube ou me neguei a compreender o que significava estar ali, pelas vezes que talvez tendo minha alma cheia de pecados mais graves, tinha me atrevido a participar da Santa Missa.
(do livro A SANTA MISSA - TESTEMUNHO DE CATALINA)

REFLEXÃO DO DIA: Sexta-Feira 30/10

Num dia de sábado aconteceu que Jesus foi comer em casa de um dos chefes dos fariseus, que o observavam. Havia um homem hidrópico diante de Jesus. Tomando a palavra, Jesus falou aos especialistas em leis e aos farieus: " Lei permite ou não permite curar em dia de sábado?" Mas eles ficaram em silêncio. Então Jesus tomou o homem pela mão, o curou e o despediu. Depois disse a eles: "Se alguém de vocês tem um filho ou um bou que caiu num poço, não o tiraria logo, mesmo em dia de sábado?" E eles não foram capazes de responder a isso. (Lc 14-1,6)

O Evangelho de hoje nos mostra claramente que a vida sempre se impõe diante da morte, a verdade sempre se impõe diante da mentira, da falsidade e do erro. A Lei de Deus foi feita para a vida e não para a morte e a interpretação verdadeira da Lei de Deus deve sempre contribuir para que a vida de todos seja melhor. Jesus denuncia os erros que existem na interpretação da Lei, as interpretações falsas, ou seja, que não apresentam nenhuma legitimidade por serem contraditórias ao espírito da Lei de Deus, por escravizarem quando deveriam libertar, por promoverem a morte quando deveriam promover a vida, e as interpretações mentirosas. Jesus denuncia aquelas interpretações que não estão de acordo com a Lei, mas sim com os interesses de quem as interpretou.
Fonte: CNBB

Músicas que evangelizam

29 de out de 2009

Quinta-Feira é dia especial de adoração!

Hoje à tarde, na Matriz de São José, teremos adoração ao Santíssimo Sacramento.


Mas, O que é Adoração?
Antes de mais nada, trata-se de aprender a se colocar na presença de Deus, simplesmente, com regularidade. Mesmo que não seja por muito tempo. A adoração é a nossa resposta de amor a um Deus, que se fez carne e morreu numa cruz por cada um de nós e se fez Pão para permanecer conosco. Adorar é sentir um amor profundamente dedicado a Jesus. Se amamos alguém, isso afeta nossos pensamentos, nossas ações, e nossos corações. Atos de adoração são uma resposta a esses efeitos. Se nós realmente adoramos reverentemente ao Senhor, isso afeta muito mais que cantarmos ou a forma com que cantamos.
Esse amor enche nossa vida até ao ponto que em que tudo se torna uma expressão desse amor. Podemos adorar ao Senhor com músicas, em dança. Romanos 12:1 ensina-nos que oferecer nossos corpos como sacrifícios vivos, santos e agradáveis a Deus é nosso ato espiritual de adoração.
Nossa vida inteira deve ser um ato de adoração que renda louvor a Ele. E como a Palavra promete: Deus habita em meio aos louvores de Seu povo. Eu estou preparado para Deus habitar continuamente em minha vida. Eu quero esta graça para mim e é isso que busco a cada dia diante do Santíssimo Sacramento na Eucaristia Adorada ou celebrada nas Santas Missas. Eu quero amá-Lo e conhecê-Lo e assim fazê-Lo amado e conhecido pelas pessoas.

Papa pede aos comunicadores respeito pela dignidade humana

Papa pede aos comunicadores respeito pela dignidade do ser humano

O Papa Bento XVI recebeu na manhã desta quinta-feira, 29, no Vaticano, os participantes da Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, encontro que se iniciou na segunda-feira, 26. No encontro, o Pontífice pediu aos profissionais dos meios de comunicação, especialmente católicos, o "respeito pela dignidade e o valor da pessoa humana" e um "diálogo permeado na busca sincera da verdade e da amizade, desenvolvendo os dons de cada um e colocando-os a serviço da comunidade humana". Bento XVI destacou ainda que as grandes mudanças sociais dos últimos vinte anos promoveram na Igreja uma grande sensibilização e estes temas continuam ainda hoje a suscitar uma análise sobre a presença e a ação da Igreja no campo da comunicação.
“A Igreja está cada vez mais consciente da modernização das tecnologias e de suas consequências nos meios de comunicação, como a rapidez, a persuasão e a participação de todos no processo de difusão das notícias”, disse o Papa ao recordar que a Igreja sempre acompanhou esta evolução.
“Multiplicar o anúncio e integrá-lo a esta nova cultura”: palavras de João Paulo II que Bento XVI repetiu hoje aos responsáveis da comunicação no Vaticano. Também ressaltou que a Igreja, chamada a anunciar o Evangelho aos homens do terceiro milênio mantendo o seu conteúdo inalterado, se confronta com novas formas de comunicar, com novas linguagens, com técnicas e comportamentos psicológicos diversos.O Santo Padre convidou ainda aos participantes da Assembleia que analisem as dimensões das mudanças atuais e seu aspecto antropológico. “A evolução atual do mundo da mídia requer que sejamos cada vez mais comunicativos, resumindo as várias vozes ou colocando-as em recíproca conexão”, disse o Pontífice.
A seguir, Bento XVI recordou as funções do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais que seriam as de aprofundar todos os elementos da nova cultura da mídia e ser orientador e guia para as Igrejas particulares que devem compreender a importância da comunicação, ponto decisivo de todo plano pastoral.
Em relação aos fiéis, Bento XVI disse que a necessária valorização das novas tecnologias midiáticas deve ser sustentada por uma constante visão de fé, pois além do meio utilizado, a eficácia do anúncio do Evangelho depende primeiramente da ação do Espírito Santo, que guia a Igreja e o caminho da humanidade.
Antes de terminar seu discurso, o Papa fez mencionou a Filmoteca do Vaticano, que está completando 50 anos. Criada pelo Bem-aventurado João XXIII, possui um acervo de vídeos que ilustram a história da Igreja desde 1896 até os dias de hoje.
Fonte: CNova

REFLEXÃO DO DIA: Quinta-Feira 29/10

Nesse momento, alguns fariseus se aproximaram, e disseram a Jesus: «Deves ir embora daqui, porque Herodes quer te matar.» Jesus disse: «Vão dizer a essa raposa: eu expulso demônios, e faço curas hoje e amanhã; e no terceiro dia terminarei o meu trabalho. Entretanto preciso caminhar hoje, amanhã e depois de amanhã, porque não convém que um profeta morra fora de Jerusalém. Jerusalém, Jerusalém, você que mata os profetas e apedreja os que lhe foram enviados! Quantas vezes eu quis reunir seus filhos, como a galinha reúne os pintinhos debaixo das asas, mas você não quis! Eis que a casa de vocês ficará abandonada. Eu lhes digo: vocês não me verão mais, até que chegue o tempo em que vocês mesmos dirão: Bendito aquele que vem em nome do Senhor.» (Lc 13,31-35)
A ameaça de morte não faz com que Jesus se acovarde, a sua resposta é bem clara: “devo prosseguir o meu caminho, pois não convém que um profeta perece fora de Jerusalém”. Jesus vai seguir o seu caminho até o fim porque a sua fidelidade ao Pai está acima de todas as coisas, inclusive da sua própria vida, que ele vai entregar livremente em Jerusalém para que o homem seja resgatado do reino da morte. O mundo não quer a vida do profeta, não quer que ele chegue a realizar a sua missão e todos os que são do mundo, religiosos ou não, não toleram a presença do profeta, embora a sua morte contribua para a salvação de todos.
Fonte: CNBB

28 de out de 2009

A PRECIOSA BÊNÇÃO DOS PAIS

Quando eu era criança estava acostumado a pedir a bênção aos meus pais - a qualquer hora que saísse ou chegasse em casa -, naquele apressado “Bença, pai!”, “Bença, mãe!” tão apressado que quase não ouvia a resposta. Todos nós, quando crianças, estávamos tão acostumados a pedir a bênção dos pais que, quando saíamos sem ela, parecia-nos que faltava algo à nossa segurança ou ao sucesso de nossos planos… Ao menos quatro vezes por dia eu e meus oito irmãos pedíamos a bênção a nossos pais: ao acordar, ao irmos para a escola, ao voltar da escola e ao nos deitar.
Hoje, passados os anos, tenho profunda consciência da importância da bênção dos pais na vida dos filhos. É a Sagrada Escritura que nos alerta sobre a necessidade dessa bênção. Toda a Bíblia está repleta de passagens indicando a importância que Deus dá aos pais na vida dos filhos. Os pais são os cooperadores de Deus na criação dos filhos e, dessa forma, são também um canal aberto para que a bênção divina chegue a eles [filhos].
O livro do Deuteronômio registra o quarto mandamento: “Honra teu pai e tua mãe, como te mandou o Senhor, para que se prolonguem teus dias e prosperes na terra que te deu o Senhor teu Deus” (Dt 5,16). Dessa forma, Deus promete vida longa e prosperidade àqueles que honram os pais. São Paulo disse que esse é “o primeiro mandamento acompanhado de uma promessa de Deus” (Ef 6,2).
Os livros dos Provérbios e do Eclesiástico estão cheios de versículos que trazem a marca da presença dos pais. Eis um deles: “A bênção paterna fortalece a casa de seus filhos, a maldição de uma mãe a arrasa até os alicerces” (Eclo 3,11). Esse versículo mostra que a bênção dos pais (e também a maldição!) não é simplesmente uma tradição do passado ou mera formalidade social. Muito mais do que isso, a Sagrada Escritura nos assegura que a bênção dos pais é algo eficaz e real, isto é, um meio que Deus escolheu para agraciar os filhos. O Senhor quis outorgar aos pais o direito e o poder de fazer a Sua bênção chegar aos filhos. É a forma que Deus usou para deixar clara a importância dos genitores. Analisemos estas passagens marcantes:
“Ouvi, meus filhos, os conselhos de vosso pai, segui-os de tal modo que sejais salvos. Pois Deus quis honrar os pais pelos filhos, e cuidadosamente fortaleceu a autoridade da mãe sobre eles. Quem honra sua mãe é semelhante àquele que acumula um tesouro. Quem honra seu pai achará alegria em seus filhos, será ouvido no dia da oração. Honra teu pai por teus atos, tuas palavras, tua paciência, a fim de que ele te dê sua bênção, e que esta permaneça em ti até o teu último dia. Pois um homem adquire glória com a honra de seu pai, e um pai sem honra é a vergonha do filho. Como é infame aquele que abandona seu pai, como é amaldiçoado por Deus aquele que irrita sua mãe!” (Eclo 3, 2-3.5-6.9-10.13.18).
Todos esses versículos do capítulo 3 do Eclesiástico mostram claramente a grande importância que Deus dá aos pais na vida dos filhos e, de modo especial, à bênção paterna e materna. Infelizmente, muitos pais já não sentem a prerrogativa de que Deus lhes deu para educar formar e abençoar os filhos. Muitos já não acreditam no poder da bênção paterna e nem mesmo ensinam os filhos a pedi-la.
Os pais têm uma missão sagrada na terra, pois deles dependem a geração e a educação dos filhos de Deus. Eles são os primeiros mensageiros de Deus na vida dos filhos, sobre os quais têm o poder de atrair as dádivas divinas. Não importa qual seja a idade do filho, ele sempre deve pedir a bênção de seus pais. E também não importa se o velho pai é um doutor ou um analfabeto, o filho não deve perder a oportunidade de ser abençoado por ele, se possível todos os dias, mesmo já adulto.
Se você ainda tem seus pais (ou apenas um deles) não perca a oportunidade que Deus lhe dá de lhes beijar as mãos e lhes pedir a bênção, para que Deus o abençoe, guiando seus passos e protegendo sua vida. Importa jamais nos esquecermos de que enquanto “a bênção paterna fortalece a casa de seus filhos, a maldição de uma mãe a arrasa até os alicerces” (Eclo 3,11).
Do livro “Em Busca da Perfeição”, Prof. FElipe Aquino

REFLEXÃO DO DIA: Quarta-Feira 28/10

Nesses dias, Jesus foi para a montanha a fim de rezar. E passou toda a noite em oração a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos, e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: Simão, a quem também deu o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor. Jesus desceu da montanha com os doze apóstolos, e parou num lugar plano. Estava aí numerosa multidão de seus discípulos com muita gente do povo de toda a Judéia, de Jerusalém, e do litoral de Tiro e Sidônia. Foram para ouvir Jesus e serem curados de suas doenças. E aqueles que estavam atormentados por espíritos maus, foram curados. Toda a multidão procurava tocar em Jesus, porque uma força saía dele, e curava a todos. (Lc 6,12-19)

Jesus não quis realizar sozinho a obra do Reino, mas chamou apóstolos e discípulos para serem seus colaboradores. Nós, ao contrário, muitas vezes queremos fazer tudo sozinhos e afirmamos que os outros mais atrapalham que ajudam. Assim, negamos a principal característica da obra evangelizadora: a comunitário-participativa, além de nos fazermos auto-suficientes, perfeccionistas e maquiavélicos, pois em nome do resultado do trabalho evangelizador, excluímos os próprios evangelizadores, fazendo com que os fins justifiquem os meios e vivendo a mentalidade do mundo moderno da política de resultados. Isto acontece porque muitas vezes não somos evangelizadores, mas adoradores de nós mesmos.
Fonte: CNBB

27 de out de 2009

Meu sacerdócio e uma desconhecida...

Em 1869 estavam juntos o bispo de uma diocese na Alemanha e seu hospede, o bispo Ketteler de Mainz (1811-1877). Durante a conversa o bispo diocesano elogiava as tantas obras benéficas de seu hospede. Mas o bispo Ketteler explicou ao seu interlocutor:“Tudo o que alcancei com a ajuda de Deus, o devo às preces e ao sacrifício de uma pessoa que não conheço. Posso somente dizer que alguém ofereceu a Deus sua vida em sacrifício para mim e graças a isso tornei-me sacerdote”.
E continuou: “Antes eu não me sentia destinado ao sacerdócio. Eu havia prestado alguns exames na faculdade de direito e desejava fazer uma rápida carreira que me permitisse ter um lugar de prestígio no mundo, ser respeitado e ganhar muito dinheiro. Um evento extraordinário, porém impediu-me tudo isso e conduziu minha vida em outras direções. Uma noite, enquanto eu estava sozinho no meu quarto, abandonei-me aos meus sonhos de ambição e aos planos para o futuro. Não sei o que me aconteceu, não sei se estava acordado ou não. O que eu via era a realidade ou um sonho? Só uma coisa sei com certeza: vi aquilo que sucessivamente provocou a virada da minha vida. Claro e límpido, Cristo estava por cima de mim numa nuvem de luz e mostrava-me seu Sagrado Coração. Frente a Ele estava uma freira ajoelhada com as mãos erguidas em posição de imploração. Da boca de Jesus ouvi as seguintes palavras: ‘Ela reza ininterruptamente por ti!’. Eu via com clareza a figura da irmã, e sua fisionomia me impressionou de maneira tão forte que ainda hoje a tenho frente aos meus olhos. Ela me parecia uma pessoa muito simples. Sua roupa era pobre e rude, suas mãos avermelhadas e calosas pelo trabalho pesado. Qualquer coisa que tenha sido, um sonho ou não, para mim foi extraordinário pois fui atingido no íntimo e a partir daquele momento resolvi me consagrar inteiramente a Deus no serviço sacerdotal. Recolhi-me num mosteiro para os exercícios espirituais e conversei sobre tudo isso com meu confessor. Comecei os estudos de teologia aos trinta anos. O resto o senhor já conhece. Se agora o senhor acredita que algo de bom foi feito com minha intermediação, saiba de quem é o mérito: daquela irmã que rezou por mim, talvez sem sequer me conhecer. Tenho certeza que por mim se rezou e ainda se reza em segredo e que sem aquela prece eu não poderia alcançar a meta à qual Deus me destinou”.
“Tem idéia de quem reza pelo senhor e onde?” perguntou o bispo diocesano.
“Não. Posso somente pedir a Deus que a abençoe, se ainda vive, e que lhe devolva mil vezes o que fez por mim”.
No dia seguinte, o bispo Ketteler foi visitar um convento de freiras na cidade próxima e celebrou para elas a S. Missa na capela. Quando estava prestes a terminar a distribuição da S. Comunhão, já na ultima fileira, seu olhar deteve-se sobre uma irmã. Seu rosto empalideceu e ele ficou imóvel, mas logo retomou-se e deu a comunhão à freira que não percebera nada e estava devotadamente ajoelhada. Então concluiu serenamente a liturgia. Para o café da manhã chegou ao convento também o bispo diocesano do dia anterior. O bispo Ketteler pediu à madre superiora que lhe apresentasse todas as irmãs e elas chegaram imediatamente. Os dois bispos se aproximaram e Ketteler as cumprimentava observando-as, mas via-se com clareza que não encontrava o que estava procurando. Em voz baixa dirigiu-se à madre superiora: “Estão todas aqui as irmãs?”
Ela olhando o grupo respondeu: “Excelência, mandei chamá-las todas, mas de fato falta uma!”
“E porque não veio?”
A madre respondeu: “Ela cuida do estábulo, e de maneira tão exemplar que às vezes no seu zelo esquece das outras coisas”.
“Desejo conhecer esta irmã”, disse o bispo.
Pouco depois a freira chegou. Ele empalideceu e após ter dirigido algumas palavras a todas as freiras pediu para ficar a sós com ela.
“Você me conhece?” perguntou.
“Excelência, eu nunca o vi!”.
“Mas você rezou e ofereceu boas obras por mim?” queria saber Ketteler.
“Não tenho consciência disto, pois não sabia da existência de Vossa Excelência”.
O bispo ficou alguns instantes imóvel em silêncio, depois continuou com outras perguntas. “Quais devoções ama mais e pratica com maior freqüência?”
“A veneração ao Sagrado Coração”, respondeu a irmã.
“Parece que você tem o trabalho mais pesado de todo o convento!” continuou. “Ah não, Excelência! Certamente não posso negar que às vezes me repugna”.
“Então o que você faz quando é atormentada pela tentação?”.
“Acostumei-me a enfrentar, por amor a Deus, com zelo e alegria todas as tarefas que me custam muito e depois oferecê-las por uma alma no mundo. Será o bom Deus a escolher a quem dar a Sua graça, eu não quero saber. Também ofereço a hora de adoração da noite, das vinte às vinte e uma horas, para essa intenção”.
“E como teve a idéia de oferecer tudo isso por uma alma?”
“E’ um costume que eu já tinha quando ainda vivia no mundo. Na escola o pároco nos ensinou que devíamos rezar pelos outros como se faz para os próprios parentes. E também acrescentava: ‘Seria necessário rezar muito para aqueles que correm o risco de se perderem para a eternidade. Mas visto que só Deus sabe quem tem mais necessidade, a coisa melhor seria oferecer as orações ao Sagrado Coração de Jesus, confiantes na sua sabedoria e onisciência’. E assim eu fiz, e sempre acreditei que Deus encontra a alma certa”.
“Quantos anos você tem?” Perguntou Ketteler.
“Trinta e três anos, Excelência”.
O bispo, impressionado, interrompeu-se um instante e depois perguntou: “Quando você nasceu?”
A irmã disse o dia de seu nascimento.
O bispo então fez uma exclamação: tratava-se exatamente do dia de sua conversão! Ele a vira exatamente assim, à sua frente como estava naquele momento. “Você não sabe se as suas preces e os seus sacrifícios tiveram sucesso?”
“Não, Excelência”.
“E não gostaria de saber?”.
“O bom Deus sabe quando fazemos algo de bom, isso me basta”, foi a simples resposta.
O bispo estava abalado: “Então, pelo amor de Deus, continue com essa obra!”. A irmã ajoelhou-se à sua frente e pediu a benção. O bispo levantou solenemente as mãos e com profunda comoção disse: “Com os meus poderes episcopais, abençôo sua alma, suas mãos e o trabalho que elas cumprem, abençôo suas orações e seus sacrifícios, seu domínio de si e sua obediência. A abençoo principalmente para sua última hora e peço a Deus que a assista com Sua consolação”.
“Amém”, respondeu pacata a irmã e se afastou.
Fonte: Congregatio Pro Clericis

ABRE-TE!


Effathá! Dizes-nos Tu Senhor, permanentemente, e nós continuamos calados, sem falarmos do Teu amor a toda a gente.
Effathá! Dizes-nos Tu Senhor, permanentemente, e nós continuamos surdos, sem queremos ouvir a Tua voz.
Effathá! Dizes-nos Tu Senhor, permanentemente, e nós continuamos de coração fechado, sem deixarmos que habites em nós.
Effathá! Dizes-nos Tu Senhor, permanentemente, e nós continuamos de mente fechada, tentando controlar a fé, com a razão.
Effathá! Dizes-nos Tu Senhor, permanentemente, e nós continuamos ausentes, longe da Tua Palavra, longe da oração.
Effathá! Dizes-nos Tu Senhor, permanentemente, e nós continuamos de braços fechados, sem acolher o nosso irmão.
Mas Tu Senhor não desistas, de abrir as nossas bocas, de abrir os nossos ouvidos, de abrir os nossos corações, de abrir as nossas mentes, de abrir os nossos braços.
Que em cada hora e minuto, do tempo que a Tua vida nos dá, nós possamos sempre ouvir a voz do teu amor, que nos diz permanentemente, Effathá! Effathá! Effathá!

REFLEXÃO DO DIA - Terça-Feira 27/10

E Jesus dizia: "A que é semelhante o Reino de Deus, e com o que eu poderia compará-lo? Ele é como a semente de mostarda que um homem pega e joga no seu jardim. A semente cresce, torna-se árvore, e as aves do céu fazem seus ninhos nos ramos dela." Jesus disse ainda: "Com o que eu poderia comparar o Reino de Deus? Ele é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado." (Lc 13, 18-21)
Muitas vezes falamos que o Reino de Deus é sobrenatural, mas queremos que ele se manifeste em coisas naturais grandiosas. Isto demonstra que na verdade vemos a sua grandiosidade, mas não percebemos a sua natureza, o que faz com que a grandiosidade seja vista a partir da materialidade, o que é um erro, e não a partir da grandiosidade que Deus faz a partir do pequeno, do grão de mostarda ou da levedura do fermento, ou seja, das pequenas coisas que surpreendem os que olham com o olhar da fé a realidade. Deus escolhe as coisas pequenas do mundo para revelar o Reino, e nos mostra a força do seu braço a partir das transformações que os pequenos realizam no dia a dia.
Fonte: CNBB