Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

29 de jun de 2011

Aquele que expulsa o mal

A coleta da liturgia de hoje assim se dirige ao Pai: “Ó Deus, pela vossa graça, nos fizestes filhos da luz. Concede que não sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas brilhe em nossas vidas a luz da vossa verdade”.
Jesus chega à região dos gadarenos. Vieram ao seu encontro dois homens possuídos pelo mal, completamente desfigurados e doentes de violência. Esses restos humanos viviam no meio dos sepulcros. Eram como mortos para a vida. As pessoas fugiam deles porque tinham medo da violência de que estavam revestidos. Representam eles a morte e a solidão dos que são subjugados pelo mal.
A narração a respeito dos porcos tem um valor simbólico porque os porcos eram animais impuros para os judeus, tidos como perigosos e imundos. Não comiam sua carne porque a Lei proibia e sentiam uma natural aversão porque temiam que o contato com os porcos arruinaria suas vidas.
Através desse relato se deseja exprimir que o poder do mal que aflige a humanidade é superior à tão temida impureza desses animais, de tal maneira que esses porcos, sendo impuros, não podem receber esse mal horrível e por isso se precipitam desesperadamente na água.
Nem mesmo a impureza de seu ser porco pode tolerar o horrendo mal que se apodera do coração humano.
Jesus exprime a mesma ideia de uma outra maneira quando diz que não são as coisas exteriores as perigosas. O que mancha o homem é aquilo que procede de seu interior mais profundo.
Os habitantes do lugar se concentraram nesse episódio dos porcos e pediram que Jesus fosse embora da região. Foram incapazes de perceber a obra restauradora e pacificadora que Jesus havia feito com aqueles homens violentos. Essa mesma obra de arte pode realizar em nossos corações que por vezes se deixam escravizar e atormentar por tantas coisas.


28 de jun de 2011

Quem é este que acalma as tempestades?

Viver é um desafio. Não é apenas atravessar o tempo que vai de nosso nascimento até a chegada da “irmã” morte. Muitos vivem sem o horizonte da fé. Outros, como o caso dos cristãos, seguem na vida iluminadas pela fé. Acreditam que o Deus altíssimo os vê e os acompanha e que se lhes manifesta na vida, pregação, paixão, morte e ressurreição de Jesus. Os cristãos, efetivamente, querem viver à luz de Cristo. Família, trabalho, saúde, doença, realidades cotidianas são iluminadas pela fé, por uma fé exigente, mas libertadora e transformante. Tudo isso, no entanto, carregamos como em vasos de barro. Somos frágeis, pessoalmente frágeis. São frágeis as instituições. As comunidades cristãs e os cristãos tomados individualmente sentem-se como que ingressando numa tempestade. “Eis que houve uma grande tempestade no mar, de modo que a barca estava sendo coberta pelas ondas”. Podemos imaginar o pavor dos apóstolos. Imaginamos também o pavor dos passageiros desses aviões que se desgovernam... e em frações de minutos seus passageiros vivem terríveis momentos de pavor. Os apóstolos mostraram pouca fé e Jesus os repreende.
“Nosso Deus não é o falso deus das seguranças humanas. Não é a fórmula que soluciona as nossas dificuldades e os nossos problemas; seria ele um Deus alienante, tapa-buracos. Nossa fé não é fuga nem irresponsabilidade. Mereceria suspeita uma fé tranquila, fácil, sem problemas. A fé é compromisso contínuo, exatamente porque crê, apesar das tempestades nas quais é continuamente posta à prova. Seria uma falsa fé a que buscasse Deus só como consolação individual e solução imediata das dificuldades em que nos encontramos. Na base desta fé estaria, não a disponibilidade absoluta nas mãos de Deus, mas a tentativa de “utilizar” Deus para proteger nossa segurança. Ter fé significa abandonar-se a Deus até quando ele “dorme”, porque sabemos que nenhuma dificuldade pode vencer-nos: Deus já as venceu. Isso, porém não nos isolará do mundo fazendo passar por cima de seus problemas, pois sabemos que o plano de Deus é libertar o mundo do mal, e que, neste processo de libertação, o cristão é chamado a colaborar, lutando ao seu lado, levando a sério os seus problemas, sem desanimar” ( Missal Dominical a Paulus, p. 940).


Fonte: www.franciscanos.org.br

24 de jun de 2011

A festa do Corpo de Deus


Nessa quinta-feira, 23 de junho, a Igreja Católica celebrou o dia de Corpus Christi. Pela manhã, foi celebrada missa na capela de N. Sra. do Perpétuo Socorro, no bairro D. José Adelino Dantas, e, após, houve a procissão motorizada com o Santíssimo Sacramento até a Matriz de São José, quando então começou a adoração ao Santíssimo. Durante todo o dia, os membros de movimentos e pastorais da paróquia estiveram envolvidos na confecção dos tradicionais tapetes. À noite, Pe. Valdir celebrou a Santa Missa na matriz, e,logo em seguida, aconteceu a procissão com o Santíssimo pela Praça São José, local onde foram confeccionados os tapetes.
"A Festa de “Corpus Christi” é a celebração em que solenemente a Igreja comemora o Santíssimo Sacramento da Eucaristia; sendo o único dia do ano que o Santíssimo Sacramento sai em procissão às nossas ruas. Nesta festa os fiéis agradecem e louvam a Deus pelo inestimável dom da Eucaristia, na qual o próprio Senhor se faz presente como alimento. A Eucaristia é fonte e centro de toda a vida cristã. Nela está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, o próprio Cristo." Texto: Prof. Felipe Aquino

20 de jun de 2011

Pentecostes Missionário


No período de 02 a 12 de junho, a Paróquia São José, de Carnaúba dos Dantas, viveu o Pentecostes Missionário. Esse projeto, idealizado pela Renovação Carismática Católica de Carnaúba, teve como objetivo principal fazer com que mais pessoas vivessem um Encontro Pessoal com Jesus, por meio da Efusão no Espírito, convidando-as, assim, a participarem do Grupo de Oração, da Santa Missa da comunidade, e em especial, celebrarmos juntos a Festa de Pentecostes, que ocorreu no dia 12 de junho.
Durante o período, a Novena de Pentecostes foi celebrada pelos diversos setores da cidade, onde um grande número de famílias recebeu a visita dos servos da RCC, também com o auxílio de outras pastorais da paróquia.
No sábado, 11 de junho, às 19h foi celebrada a Santa Missa e, após, houve a Vigília de Pentecostes, com adoração ao Santíssimo Sacramento até a meia-noite. O Pentecostes Missionário encerrou-se no domingo, 12 de junho, com a Missa Dominical celebrando Pentecostes.

13 de jun de 2011

JORNAL KYRIE JUNHO/2011










Clique sobre as imagens para ampliá-las