Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

25 de fev de 2010

Acervo museológico referente a Dom José Adelino Dantas

A comissão responsável pelas exposições que serão realizadas durante as comemorações do centenário de nascimento de Dom José Adelino, em visita técnica realizada domingo passado (21-02-2010) ao Museu Histórico Nossa Senhora das Vitórias, no Monte do Galo, fez uma primeira coleta de dados, fotografando peças que pertenceram ao Bispo, conforme se vê abaixo (apenas parte das fotografias).

Álbum de fotografias

Chapéu Comenda ofertada pelo Governo do Estado (Cortez Pereira) em gratidão a Dom José Adelino (1975)
Título de Eleitor
Passaporte
Mitra da Sagração Episcopal
Maleta com álbum comemorativo e registros do Concílio Vaticano II
Comenda de homenagem do povo de Carnaúba dos Dantas (21 nov 1974)
Caderneta de anotações
Álbum da 3ª encenação da Paixão de Cristo no Monte do Galo (1976)
Credencial para o Concílio Vaticano II, em latim (1962)

Cálice comemorativo ao jubileu episcopal de D. José Adelino. Homenagem da Diocese de Garanhuns
Âmbula de madeira
Fotografia de Dom Adelino (seminarista) com sua mãe, em férias (1926)

Comissão:
Helder Macedo, Juçara Medeiros, Margarida Dantas, Irmã Vera, Evanilson Adelino, João Batista Dantas, João Batista da Silva.

A PRECE DE SÚPLICA

REFLEXÃO DA LITURGIA

Diante do Altíssimo e Belo Senhor, a postura correta do ser humano é de humilde entrega e delicada dependência. Somos do Senhor, dele provimos, para ele nos dirigimos. Nas vicissitudes da vida experimentamos a necessidade de estender-lhe as mãos como um mendigo que pede auxílio. Na primeira leitura da liturgia desta quinta-feira da primeira semana da quaresma, ouvimos um belo texto da Rainha Ester. Esta não suporta mais os sofrimentos e abre o coração diante do Altíssimo: “Vem em meu socorro pois estou só e não tenho outro defensor...vem em auxílio de minha orfandade... transforma em alegria meu luto” (cf. Ester 4,17). Do fundo da existência desta mulher brota um angustiante pedido. O Senhor vê o coração dos pobres e deita neles a força de sua presença e de seu amor.
Ora, aquele que não é dono de seu destino e de sua história. A oração é, antes de tudo, o grito de um pobre, de um mendigo que se lança em Deus e confia nele, ele que cuida dos lírios dos campos e dos pássaros dos céus. O Pai nosso coloca uma hierarquia nos pedidos que devem ser proferidos: há antes de tudo o desejo de que o nome do Senhor seja bendito e sua vontade se faça. Depois vem a súplica do pão, do perdão.
Quando os textos evangélicos falam na insistência no pedido, no bater, no procurar o Senhor não significa que esteja falando de pressão sobre Deus. Ele sabe do que precisamos. O Senhor, no entanto, se compraz em ver esses todos que dele se achegam como fonte de tudo. Há essa mãe de filho doente que faz uma peregrinação ao longíquo santuário pedindo que seu menino fique bom. Há essa mulher que ama seu marido, sua casa, sua família e sente que o marido foge de seus dedos e busca aventuras estranhas. Normal que ela, na solidão de seu coração, mesmo tentando o diálogo e o entendimento com o companheiro, verta lágrimas de dor em seu quarto diante do Senhor. Belíssimos aqueles que, conscientes de seu pecado, não cessam de cantar as dolentes melodias do ato penitencial pedindo que a porta do coração de Deus se mantenha aberta e que ele, Pai dos pródigos, o perdoe.
Os verdadeiros orantes, aqueles que se sentem também em profundo sofrimento nunca esquecem de dizer: “Não se faça a minha, mas a tua vontade”.

Fonte: www.franciscanos.org.br

EVANGELHO DO DIA: Mateus 7,7-12

«Peçam, e lhes será dado! Procurem, e encontrarão! Batam, e abrirão a porta para vocês! Pois todo aquele que pede, recebe; quem procura, acha; e a quem bate, a porta será aberta. Quem de vocês dá ao filho uma pedra, quando ele pede um pão? Ou lhe dá uma cobra, quando ele pede um peixe? Se vocês, que são maus, sabem dar coisas boas a seus filhos, quanto mais o Pai de vocês que está no céu dará coisas boas aos que lhe pedirem. Tudo o que vocês desejam que os outros façam a vocês, façam vocês também a eles. Pois nisso consistem a Lei e os Profetas.»