Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

29 de out de 2009

Quinta-Feira é dia especial de adoração!

Hoje à tarde, na Matriz de São José, teremos adoração ao Santíssimo Sacramento.


Mas, O que é Adoração?
Antes de mais nada, trata-se de aprender a se colocar na presença de Deus, simplesmente, com regularidade. Mesmo que não seja por muito tempo. A adoração é a nossa resposta de amor a um Deus, que se fez carne e morreu numa cruz por cada um de nós e se fez Pão para permanecer conosco. Adorar é sentir um amor profundamente dedicado a Jesus. Se amamos alguém, isso afeta nossos pensamentos, nossas ações, e nossos corações. Atos de adoração são uma resposta a esses efeitos. Se nós realmente adoramos reverentemente ao Senhor, isso afeta muito mais que cantarmos ou a forma com que cantamos.
Esse amor enche nossa vida até ao ponto que em que tudo se torna uma expressão desse amor. Podemos adorar ao Senhor com músicas, em dança. Romanos 12:1 ensina-nos que oferecer nossos corpos como sacrifícios vivos, santos e agradáveis a Deus é nosso ato espiritual de adoração.
Nossa vida inteira deve ser um ato de adoração que renda louvor a Ele. E como a Palavra promete: Deus habita em meio aos louvores de Seu povo. Eu estou preparado para Deus habitar continuamente em minha vida. Eu quero esta graça para mim e é isso que busco a cada dia diante do Santíssimo Sacramento na Eucaristia Adorada ou celebrada nas Santas Missas. Eu quero amá-Lo e conhecê-Lo e assim fazê-Lo amado e conhecido pelas pessoas.

Papa pede aos comunicadores respeito pela dignidade humana

Papa pede aos comunicadores respeito pela dignidade do ser humano

O Papa Bento XVI recebeu na manhã desta quinta-feira, 29, no Vaticano, os participantes da Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, encontro que se iniciou na segunda-feira, 26. No encontro, o Pontífice pediu aos profissionais dos meios de comunicação, especialmente católicos, o "respeito pela dignidade e o valor da pessoa humana" e um "diálogo permeado na busca sincera da verdade e da amizade, desenvolvendo os dons de cada um e colocando-os a serviço da comunidade humana". Bento XVI destacou ainda que as grandes mudanças sociais dos últimos vinte anos promoveram na Igreja uma grande sensibilização e estes temas continuam ainda hoje a suscitar uma análise sobre a presença e a ação da Igreja no campo da comunicação.
“A Igreja está cada vez mais consciente da modernização das tecnologias e de suas consequências nos meios de comunicação, como a rapidez, a persuasão e a participação de todos no processo de difusão das notícias”, disse o Papa ao recordar que a Igreja sempre acompanhou esta evolução.
“Multiplicar o anúncio e integrá-lo a esta nova cultura”: palavras de João Paulo II que Bento XVI repetiu hoje aos responsáveis da comunicação no Vaticano. Também ressaltou que a Igreja, chamada a anunciar o Evangelho aos homens do terceiro milênio mantendo o seu conteúdo inalterado, se confronta com novas formas de comunicar, com novas linguagens, com técnicas e comportamentos psicológicos diversos.O Santo Padre convidou ainda aos participantes da Assembleia que analisem as dimensões das mudanças atuais e seu aspecto antropológico. “A evolução atual do mundo da mídia requer que sejamos cada vez mais comunicativos, resumindo as várias vozes ou colocando-as em recíproca conexão”, disse o Pontífice.
A seguir, Bento XVI recordou as funções do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais que seriam as de aprofundar todos os elementos da nova cultura da mídia e ser orientador e guia para as Igrejas particulares que devem compreender a importância da comunicação, ponto decisivo de todo plano pastoral.
Em relação aos fiéis, Bento XVI disse que a necessária valorização das novas tecnologias midiáticas deve ser sustentada por uma constante visão de fé, pois além do meio utilizado, a eficácia do anúncio do Evangelho depende primeiramente da ação do Espírito Santo, que guia a Igreja e o caminho da humanidade.
Antes de terminar seu discurso, o Papa fez mencionou a Filmoteca do Vaticano, que está completando 50 anos. Criada pelo Bem-aventurado João XXIII, possui um acervo de vídeos que ilustram a história da Igreja desde 1896 até os dias de hoje.
Fonte: CNova

REFLEXÃO DO DIA: Quinta-Feira 29/10

Nesse momento, alguns fariseus se aproximaram, e disseram a Jesus: «Deves ir embora daqui, porque Herodes quer te matar.» Jesus disse: «Vão dizer a essa raposa: eu expulso demônios, e faço curas hoje e amanhã; e no terceiro dia terminarei o meu trabalho. Entretanto preciso caminhar hoje, amanhã e depois de amanhã, porque não convém que um profeta morra fora de Jerusalém. Jerusalém, Jerusalém, você que mata os profetas e apedreja os que lhe foram enviados! Quantas vezes eu quis reunir seus filhos, como a galinha reúne os pintinhos debaixo das asas, mas você não quis! Eis que a casa de vocês ficará abandonada. Eu lhes digo: vocês não me verão mais, até que chegue o tempo em que vocês mesmos dirão: Bendito aquele que vem em nome do Senhor.» (Lc 13,31-35)
A ameaça de morte não faz com que Jesus se acovarde, a sua resposta é bem clara: “devo prosseguir o meu caminho, pois não convém que um profeta perece fora de Jerusalém”. Jesus vai seguir o seu caminho até o fim porque a sua fidelidade ao Pai está acima de todas as coisas, inclusive da sua própria vida, que ele vai entregar livremente em Jerusalém para que o homem seja resgatado do reino da morte. O mundo não quer a vida do profeta, não quer que ele chegue a realizar a sua missão e todos os que são do mundo, religiosos ou não, não toleram a presença do profeta, embora a sua morte contribua para a salvação de todos.
Fonte: CNBB