
Hoje, por outro lado, não podemos negar que essa festa se tornou também um modo de extravasar outros desejos, os quais são encarados com certa naturalidade pela sociedade nesta época do ano. Muitos de nós, querendo viver momentos de alegria e prazer, lançamos mão das justificativas de uma liberdade provisória, – talvez aspirando a anestesiar frustrações ou carências – e avançamos decididos, passando por cima das barreiras do pudor.
“Pierrôs” e “Colombinas”, sedados pelos apelos e pelo ambiente, envolvem-se no consumo de drogas, bebidas alcoólicas e sexo desregrado – muitos deles auxiliados pelo Estado, que disponibiliza dispositivos de contracepção para o público. Após cada dia de folia, encontramos muitas pessoas pelas ruas que não conseguiram voltar para casa devido à embriaguez. Outras, conscientes do descompromisso, permitem-se envolver intimamente com alguém que conheceu no salão de baile. Dessa maneira, adultos e adolescentes – enredados por todos os atrativos – perdem o sentido de responsabilidade e se lançam nas corredeiras do “vale tudo”.
Sabemos que não temos “sete vidas”, assim como também não possuímos uma “tecla de retrocesso”, por meio da qual podemos corrigir os atos malsucedidos. Acreditar que vale tudo pela emoção do sonho realizado pode levar muitos a desfazer o “castelo” que tinham idealizado. Pois, de alguma maneira, as consequências de nossas opções certamente nos atingem, assim como também atingem as pessoas mais próximas. Estar conscientes dessa realidade nos ajuda a nos empenharmos em favorecer somente a comunhão de nossas alegrias com os demais.
Buscar oportunidades de realizar nossos sonhos e desejos é nosso direito, entretanto, descobrir como vivê-los de maneira saudável e duradoura é a atitude que precisa ser observada – não apenas nos dias de grandes celebrações –, mas a cada dia de nossa existência.
“Pierrôs” e “Colombinas”, sedados pelos apelos e pelo ambiente, envolvem-se no consumo de drogas, bebidas alcoólicas e sexo desregrado – muitos deles auxiliados pelo Estado, que disponibiliza dispositivos de contracepção para o público. Após cada dia de folia, encontramos muitas pessoas pelas ruas que não conseguiram voltar para casa devido à embriaguez. Outras, conscientes do descompromisso, permitem-se envolver intimamente com alguém que conheceu no salão de baile. Dessa maneira, adultos e adolescentes – enredados por todos os atrativos – perdem o sentido de responsabilidade e se lançam nas corredeiras do “vale tudo”.
Sabemos que não temos “sete vidas”, assim como também não possuímos uma “tecla de retrocesso”, por meio da qual podemos corrigir os atos malsucedidos. Acreditar que vale tudo pela emoção do sonho realizado pode levar muitos a desfazer o “castelo” que tinham idealizado. Pois, de alguma maneira, as consequências de nossas opções certamente nos atingem, assim como também atingem as pessoas mais próximas. Estar conscientes dessa realidade nos ajuda a nos empenharmos em favorecer somente a comunhão de nossas alegrias com os demais.
Buscar oportunidades de realizar nossos sonhos e desejos é nosso direito, entretanto, descobrir como vivê-los de maneira saudável e duradoura é a atitude que precisa ser observada – não apenas nos dias de grandes celebrações –, mas a cada dia de nossa existência.
Dado MOura, Comunidade Canção Nova
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