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21 de jan de 2010

Comentário ao filme Karol



Karol, este fascinante filme, é baseado no livro Storia di Karol, do vaticanista Gianfranco Svidercoschi. Se trata de uma grande produção em dois episódios: o homem que se tornou papa (2005) e o papa que permaneceu homem (2006) é dirigido por Giacomo Battiato, de Gênero: Drama/Documentário com classificação etária de 16 anos.
O papa João Paulo II foi representado por Piotr Adamczyk, que na época tinha 32 anos, um dos mais populares atores poloneses da atualidade. A produção é italiana, e conta com atores também da Polônia, americanos e um alemão. No Elenco se destacam: Piotr Adamczyk ( Karol Wojtyla), Malgosia Bela (Hania), Raoul Bova (Tomasz Zaleski), Kaja Bien, Szymon Bobrowski…
Este importante filme tem um valor histórico inestimável: Karol viveu em um país espremido entre potências militares, a União Soviética de um lado e a Alemanha do outro. Ele conheceu os horrores da violência, quando a Polônia foi ocupada pela Alemanha nazista e também quando o comunismo foi implantado no seu país após a Segunda Guerra Mundial. Ele mudou o curso da história, sendo um dos pivôs do colapso do comunismo, sobretudo na Polônia. Assim, o filme deixa a contribuição para reflexão de importantes temas como: lutas sociais; o sofrimento humano e a fé; sistemas políticos e a a liberdade religiosa.

O papa Bento XVI no seu discurso após ter assistido disse: “A sucessão das imagens mostrou-nos um papa imerso no contacto com Deus e precisamente por isto, sempre sensível às expectativas dos homens”; e referente à violência da época disse: “Não pode deixar de despertar em cada pessoa o compromisso de fazer tudo o que puder para que nunca mais se venham a repetir as vicissitudes de uma barbárie tão desumana”.

É belo ver como todas as cenas são apresentadas com capacidade de prender a atenção do espectador com entretenimento e reflexão. Deixo aqui minha indicação para os grupos de catequese, cinema paroquial e para as famílias; nele história, fé e arte são de uma junção imcomparável. Só assistindo pra ver.
Pe. Geraldinho, Canção Nova

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