Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

9 de mai de 2010

Virgem Maria, flor mais bela da criação

CIDADE DO VATICANO, domingo, 9 de Maio de 2010 (ZENIT.org).- A Virgem Maria é a discípula mais perfeita, a mais bela flor surgida da criação. Com estas palavras, Bento XVI introduziu a oração tradicional do Regina Caeli de hoje, com os peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

Perante os presentes, o Papa falou sobre sua próxima viagem a Portugal, a qual acontecerá semana que vem.

"A meta principal de minha viagem será Fátima, na ocasião do décimo aniversário da beatificação dos dois pastorinhos Jacinta e Francisco. Pela primeira vez como Sucessor de Pedro, eu irei para aquele santuário mariano, tão amado pelo venerável João Paulo II. Convido a todos para me acompanharem nesta peregrinação."

O Papa se lembrou da tradição cristã de dedicar o mês de maio a Maria, tradição que "combina muito bem" com este tempo do ano no qual chega a primavera, coincidindo com a Páscoa e Pentecostes.

Maria, o Papa afirmou, é "a mais bela flor surgida da criação, a ‘rosa' aparecida na plenitude do tempo, quando Deus, enviando Seu Filho, entregou ao mundo uma nova primavera".

E ela é "ao mesmo tempo a personagem principal, humilde e discreta, dos primeiros passos da Comunidade cristã: Maria é seu coração espiritual, porque sua própria presença entre os discípulos é memória viva do Senhor Jesus e presente do dom de seu Espírito", adicionou.

Para os cristãos, lembrou o Papa, é "a primeira e perfeita discípula de Jesus. Na realidade, Maria observou primeira e completamente a palavra de seu Filho, demonstrando, assim, que não só a amava como mãe, mas antes de tudo como sua serva humilde e obediente".

"Por isto Deus Pai a amou e a habitou na Santíssima Trindade" dele, disse o Papa.

Ele também afirmou, recordando da passagem evangélica na qual Jesus promete o dom do Espírito Santo, "...como não pensar em Maria, que sem seu coração, templo do Espírito, meditava e interpretava tudo aquilo que seu Filho dizia e fazia?".

"Deste modo, já antes e, principalmente, depois da Páscoa, a Mãe de Jesus também se transformou na Mãe e no modelo da Igreja", concluiu.

Nenhum comentário:

Postar um comentário