Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

19 de jul. de 2010

ECC realiza encontro de 2ª etapa em Jardim do Seridó







Encontro de Casais com Cristo – ECC realizou nos dias 16, 17 e 18 de julho o Encontro de 2ª Etapa em Jardim do Seridó.
Este evento aconteceu em comunhão com casais do ECC da Paróquia de São José da cidade de Carnaúba dos Dantas e casais da Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios de Cruzeta. Foi uma experiência muito bonita de família, onde estes casais puderam vivenciar um tempo de renovação familiar, conjugal e espiritual.
“O ECC é um serviço da Igreja em favor da evangelização das famílias, que procura construir o Reino de Deus, aqui e agora, a partir da família, da comunidade paroquial, mostrando pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos, com os filhos, com a comunidade e, principalmente, com Cristo, tendo uma visão do que é ser Igreja hoje, e de seu compromisso com a dignidade da pessoa humana e com a justiça social”. (Documento Nacional p.13).
O Encontro de Casais com Cristo é um serviço da Igreja, em favor das famílias, que teve origem em 1970, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompéia, em São Paulo – SP por iniciativa do Pe. Alfonso Pastore. Nasceu da inquietude de um sacerdote que dedicou quase 30 anos de vida sacerdotal à Pastoral Familiar e hoje o ECC é uma realidade no Brasil inteiro, de norte a sul, de leste a oeste, atuando em diversos movimentos e pastorais da Igreja.


“O casal participa do ECC não apenas para servir nos outros encontros, mas para viver uma vida familiar cristã, assumir tarefas na Comunidade, integrando-se totalmente na Pastoral Paroquial, principalmente na Pastoral Familiar da Paróquia, e ser um instrumento de Deus na Sociedade.”
(Pe. Alfonso Pastore)

21º aniversário de ordenação sacerdotal de Padre Henock Demétrio




Há acontecimentos e datas que não podemos esquecer. No que diz respeito à vocação, muito mais se torna importante fazer memória, principalmente, como atitude de ação de graças pelo dom recebido.
Foi neste contexto que a comunidade cristã carnaubense comemorou na noite de ontem, 18, o 21º aniversário de ordenação sacerdotal do Padre Henock Demétrio da Silva, com missa celebrada às 19 horas, na Matriz de São José. Os paroquianos que estiveram presentes puderam render graças por este servo de Deus, que esteve como pastor desta paróquia por 19 anos.
A Celebração Eucarística foi concelebrada por Padre João Paulo Pereira de Araújo, administrador paroquial, que durante a homilia falou sobre a importância desse servo de Deus nas nossas vidas, pois através de suas mãos tantos de nós recebemos os Sacramentos; rogando a Deus que Padre Henock, como Marta, continue no serviço a Ele, e, como Maria, persevere sempre na escuta do que o Pai quer lhe dizer, através da Oração.
No final da missa, o Padre Henock, demonstrando grande emoção, agradeceu a todos os carnaubenses, como também ao Padre João Paulo, falando sobre o dom do sacerdócio, sobre a doação de suas vidas, um verdadeiro despojar-se de si mesmo para o serviço de Deus. Falou, ainda, que tudo é obra do Espírito de Deus em sua vida.
Que o nosso Padroeiro São José interceda a Deus por sua vida e a Virgem Mãe Santíssima o cubra e proteja com Seu Manto Celestial, estando à frente de todas as dificuldades e obstáculos que se puserem em seu caminho.

Novas normas contra delitos graves, resposta eficaz da Igreja

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 19 de julho de 2010 (ZENIT.org) – As novas Normae de gravioribus delictis aprovadas pela Santa Sé representam uma resposta eficaz e duradoura da Igreja aos delitos contra a fé, observa o porta-voz vaticano Pe. Federico Lombardi SJ.

O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé analisou os avanços alcançados com o novo documento pelo qual a Igreja responde aos desvios e delitos praticados contra os sacramentos da Eucaristia, da Penitência a da Ordem sacerdotal, incluindo os crimes de abuso e maus tratos contra menores por membros do clero.

“Com a publicação das novas normas para tratar e punir os crimes de abuso contra menores por membros do clero, a Igreja deu um passo significativo em relação à questão, com respostas duradouras e de impacto profundo”, explica Pe. Lombardi no último editorial do “Octava Dies”, publicação semanal do Centro Televisivo Vaticano.

“As leis, claras e bem divulgadas, constituem de fato uma orientação indispenável para qualquer grande comunidade, como é a Igreja católica, que deve observar, além das normas comuns autônomas, também aquelas dos muitos países onde vive”.

“Países nos quais, obviamente, as justas leis são respeitadas e postas em prática pelos homens da Igreja, como por quaisquer cidadãos, também no que se refere aos crimes de abuso”.

“Com as novas normas canônicas os procedimentos podem ser mais rápidos e eficazes, os tribunais eclesiásticos podem agora ser compostos por pessoal leigo competente com maior facilidade, o tempo para prescrição foi dobrado, e permanecem sempre possíveis exceções em casos de especial gravidade”, observa.

“Naturalmente, a lei é necessária, mas não é tudo. É necessário também empenho no âmbito educativo, de formação do clero e do pessoal que atua nas instituições ligadas à Igreja, ações preventivas e informativas, além do diálogo e acompanhamento pessoal das vítimas”.

“Da sua parte, a Congregação para a Doutrina da Fé continua a trabalhar para dar apoio aos episcopados ao formularem diretrizes locais coerentes e eficazes”, destaca.

“A nova lei é importantíssima, mas sabemos que nosso compromisso com um testemunho mais evangélico e puro deve ser de longo prazo”, conclui Pe. Lombardi.

18 de jul. de 2010

O mais importante na vida é escutar a Palavra de Deus, explica Papa

O pátio interno da residência pontifícia de Castel Gandolfo, onde o Papa Bento XVI passa alguns dias de repouso, ficou pequeno para acolher os inúmeros turistas e peregrinos para o Ângelus deste domingo, 18.

Acolhido com muita festa, o Santo Padre se dirigiu principalmente aos fiéis do hemisfério norte, que se encontram de férias, em pleno verão. "Também as atividades pastorais ficam reduzidas, e eu mesmo suspendi por um período as audiências", disse o Papa, afirmando se tratar, portanto, de um momento favorável para dar o lugar àquilo que efetivamente é mais importante na vida, ou seja, a escuta da Palavra do Senhor.

Isso fica claro na narração do Evangelho deste domingo, no célebre episódio da visita de Jesus à casa de Marta e Maria.

Maria se senta aos pés de Jesus e o ouve, enquanto Marta está muito atarefada com afazeres domésticos, devido certamente ao hóspede excepcional. Depois, Marta, evidentemente ressentida, não resiste mais e protesta, sentindo-se também no direito de criticar Jesus: "Senhor, a ti não importa que minha irmã me deixe assim sozinha a fazer o serviço? Dize-lhe, pois, que me ajude".

Jesus, ao invés, com grande calma, responde: "Marta, Marta, tu te inquietas e te agitas por muitas coisas; no entanto, pouca coisa é necessária, até mesmo uma só. Maria, com efeito, escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada" (Lc 10,41-42).

A palavra de Cristo é claríssima, diz o Papa: "Nem desprezo pela vida ativa, nem tampouco pela generosa hospitalidade; mas um chamado nítido ao fato de que a única coisa realmente necessária é outra: ouvir a Palavra do Senhor; e o Senhor, naquele momento, está ali, presente na Pessoa de Jesus! Todo o resto passará e nos será tirado, mas a Palavra de Deus é eterna e dá sentido ao nosso agir cotidiano".

Essa narração, afirma Bento XVI, é muito significativa no período das férias, porque evoca o fato de que a pessoa humana deve sim trabalhar, empenhar-se nas ocupações domésticas e profissionais, mas necessita antes de tudo de Deus, que é luz interior de Amor e de Verdade.

"Sem amor, inclusive as atividades mais importantes perdem valor e não dão alegria. Sem um significado profundo, todo o nosso fazer se reduz a ativismo estéril e desordenado. E quem nos dá o Amor e a Verdade senão Jesus Cristo? Aprendamos, portanto, a ajudar-nos uns aos outros, a colaborar, mas antes disso, a escolher juntos a melhor parte, que é e será o nosso bem maior."

14 de jul. de 2010

"Divórcio instantâneo" entra em vigor; arcebispo faz críticas

O Congresso Nacional promulgou nessa terça-feira, 13, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que agiliza o processo de divórcio consensual.
Pelo texto, casais que querem se divorciar estarão liberados do cumprimento prévio da separação judicial por mais de um ano ou de comprovada separação de fato por mais de dois anos, como previa a Constituição.
A PEC deve ser publicada nesta quarta-feira no Diário do Congresso Nacional, quando passa a ter validade.
De acordo com o arcebispo da Paraíba, Dom Aldo di Cillo Pagotto, em um artigo publicado em janeiro deste ano, um mês após a aprovação da PEC do divórcio no Senado, "a medida banaliza a união conjugal, facilitando de imediato a sua dissolução. A instituição familiar, já combalida, fragiliza-se ainda mais".
"A PEC suprime o presente artigo e outros parágrafos que eventualmente ofereçam proteção à Família desde a sua fundação até a sua dissolução", enfatiza Dom Aldo e justifica que, "tempestivamente, um cônjuge poderá pedir separação imediata. Se o legislador anuir, despacha-se o pedido numa meia hora".
O arcebispo diz ainda que "questões delicadas sobre a vida conjugal" deveriam ser melhor analisadas. "Separação é profundamente traumatizante. Caso inevitável, antes de consumada, o casal deve ser acompanhado. Isso comporta um processo de discernimento consciente, maduro, responsável", explica.
"A vida familiar se desfaz, de fato, por medidas como estas, destruindo seus valores perenes. A instituição familiar é substituída pelos relacionamentos fortuitos, feitos para não durar. Pessoas são usadas e substituídas como peças descartáveis. Como ficam os filhos? Será que não se sentirão inseguros, obrigados a se virar por aí? Pensão alimentícia ou visitinhas de faz de conta substituem a presença e o calor humano de um pai? Muitos filhos crescem problemáticos. A origem reside na ausência da Família. Pergunte se isso é ou não verdade a um formador numa boa escola. Pergunte o mesmo a um traficante", reflete Dom Aldo.
No artigo, o arcebispo destaca ainda que com essa aprovação os "direitos individualistas se sobrepõem aos direitos e ao bem da vida familiar, ao bem público. O Estado vai deixando de oferecer proteção à vida e à família"
E conclui, afirmando que "casamento, anteriormente garantido por contrato e compromisso vital em relação ao cônjuge e aos filhos, dilui-se em direitos individualistas. Casamento importa em contrato, em obrigações legais. Não é opção por tempo indeterminado! Casamento não é loteria, diversão das quais, depois que me enjoo, chuto o pau da barraca".

Fonte: CN Notícias

O caminho da santidade



Um conto dos padres do deserto diz que certo monge, vendo a morte chegar, pediu aos seus companheiros que lhe trouxessem a chave do céu: queria morrer agarrado a ela.
Um companheiro saiu correndo e lhe trouxe a Bíblia, mas não era isso que o agonizante queria.
Outro teve a idéia de trazer a chave do sacrário, também não deu certo. Foi então que alguém que conhecia melhor o doente foi buscar agulha e linha. Agarrado a esses objetos prosaicos, o irmão passou mais tranqüilo para a vida eterna.
Era o alfaiate da comunidade: sua chave para o céu era a atividade diária, carinhosamente realizada para servir aos seus irmãos.
A historinha nos leva a entender que o trabalho cotidiano do monge foi a sua verdadeira chave para entrar no céu. Com certeza ele também devia ter rezado muito, meditado bastante, talvez jejuado nos dias certos, e cultivado algumas dezenas de outras virtudes.
No entanto ele sabia muito bem que tudo dependia de como ele havia exercido o seu maior serviço na comunidade. O caminho da santidade pode passar por momentos extraordinários, gestos de heroísmo, façanhas memoráveis; porém passa, em primeiro lugar, por aquilo que fazemos bem ou mal no dia a dia.
Todos nós reconhecemos que, em nossa vida, é muito mais pesado o dever cotidiano do que alguns momentos de esforço, difíceis sim, mas passageiros.
É por isso que João Batista, o precursor, deu respostas diferentes para os diversos grupos de pessoas que lhe perguntavam: “O que devemos fazer?”
Todos deviam partilhar o que estava sobrando de suas roupas e de sua comida. A solidariedade com os necessitados e carentes é o primeiro passo para iniciar uma nova vida.
Sem desprendimento não há verdadeira conversão.
Depois o profeta do deserto apontou escolhas diferentes para os cobradores de impostos,
que extorquiam o povo, e para os soldados que deviam aproveitar demasiadamente da sua força e das suas armas.
Significa que cada um deles, naquele tempo, como também nós, hoje, devemos encontrar o nosso próprio caminho de conversão, a partir do lugar onde estamos.
No entanto, nós adoramos apontar onde os outros deveriam mudar e o que deveriam fazer para dar certo.
Mais uma vez é muito mais fácil criticar os outros, ou declarar como nos comportaríamos se estivéssemos no lugar deles, do que começar a corrigir e a melhorar a nossa própria vida. Os exemplos não faltam.
Muitos sabem perfeitamente o que eles fariam se fossem o presidente ou o governador. No entanto poderiam começar a cuidar melhor das suas famílias e dos seus negócios. Mal conseguem administrar os seus lares; o que fariam se tivessem maior responsabilidade? Não muito diferente acontece na Igreja também. Quem nunca quis dar conselhos ao padre, ao bispo e ao papa? Com toda razão, talvez, mas nem sempre quem distribui sentenças aplica os mesmos critérios para si mesmo.
Com isso não quero dizer que não podemos mais falar ou criticar. Ao contrário, a correção fraterna é evangélica e salutar entre amigos e irmãos. Quando, porém, a crítica é estéril, ou é a descarga de mágoas, invejas e frustrações, ela não serve nem para quem a recebe e nem para quem a dispara. De acordo com nossas responsabilidades, cada um de nós tem muito a melhorar, simplesmente procurando cumprir bem o que se supõe seja o seu dever, ou, ao menos, o seu trabalho cotidiano.
Assim os pais poderiam caprichar mais na educação dos seus filhos. Os educadores deveriam ensinar mais humanidade e amor à vida própria e a dos outros.
Quem julga, deveria julgar com justiça. Quem administra, fazê-lo com mais honestidade e
lisura. Quem comunica, buscar a verdade e não o seu próprio interesse.
Quem deve evangelizar também deveria fazê-lo com alegria, entusiasmo e competência, deixando de lado outras preocupações.Todos precisamos nos agarrar mesmo às agulhas e às linhas de nossas vidas. Fazer bem o que está ao nosso alcance, no dia a dia, sempre será a melhor chave para entrar no Reino do Céu. Se isso ainda nos interessa.

Fonte: comunidade Shalom

13 de jul. de 2010

Liberdade religiosa, caminho para a paz


"Liberdade religiosa, caminho para a paz". Este foi o tema escolhido pelo Papa para a 44ª edição do Dia Mundial da Paz, celebrado pela Igreja Católica no dia 1º de janeiro. A Sala de Imprensa da Santa Sé publicou hoje o tema e o comentário sobre o Dia da Paz em quatro línguas: italiano, inglês, francês e espanhol.
O tema foi escolhido como uma resposta às "várias formas de limitação ou negação da liberdade religiosa, de discriminação e marginalização baseadas na religião, até a perseguição e a violência contra as minorias", afirma o comunicado.
A liberdade religiosa é a "liberdade das liberdades" e é "coerente com a procura da verdade e a verdade do homem". "Tudo aquilo que se opõe à dignidade do homem, opõe-se à procura da verdade e não pode ser considerado como liberdade religiosa". A religiosidade não pode ser reduzida ao fundamentalismo e a outras manipulações. No texto, o Vaticano defende que uma verdadeira e profunda visão da liberdade religiosa amplia os horizontes da humanidade e liberdade do homem e lhe permite estabelecer uma relação profunda com si mesmo e com os outros.
É profundo e justo entender como a liberdade religiosa é importante nos ensinamentos do Papa Bento XVI durante suas viagens e encontros com os chefes de estado. O tema torna-se fundamental também para o próximo Sínodo sobre o Oriente Médio. Na ONU, em 18 de abril de 2008, disse que "não deveria nunca ser necessário negar a Deus para poder gozar os próprios direitos. Os direitos ligados à religião necessitam muito serem protegidos e considerados de um conflito com a ideologia secular prevalente ou com posições de uma maioria religiosa de natureza exclusiva".
O Dia Mundial da Paz é celebrado pela Igreja Católica desde 1968. O Santo Padre está preparando a mensagem que será apresentada ao fim da Missa, celebrada sempre na Basílica Vaticana. O tema da liberdade religiosa escolhido pelo Santo Padre para o Dia Mundial da Paz de 2011 está em continuidade com os temas precedentes da data: a verdade, "Na verdade, a paz", de 2006; a dignidade da pessoa humana, "A pessoa humana, coração da paz", de 2007; a unidade da família humana, "Família humana, comunidade de paz", de 2008; a luta contra a pobreza, "Combater a pobreza, construir a paz", de 2009; e, enfim a preservação da criação, "Se quiser cultivar a paz, preserve a criação", de 2010.

Fonte: www.gaudiumpress.org