Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

19 de dez. de 2009

Casamento comunitário

Hoje à noite, na Matriz de São José, foi celebrado o Casamento Comunitário deste ano de 2009. Estiveram unindo-se pelo Sacramento do Matrimônio doze casais de nossa comunidade. Uma bonita celebração foi organizada pela Pastoral dos Noivos de nossa paróquia, a qual foi presidida pelo nosso pároco Pe. João Paulo.

"O amor de um homem por uma mulher é muito mais profundo e verdadeiro quando Deus acontece primeiro na vida do casal.
Hoje estamos testemunhando, e dizemos o quanto é bom saber que vocês escolheram alguém para amar e sentir o carinho como expressão desse amor. Vocês resolveram alicerçar esse matrimônio em uma promessa de fidelidade e respeito por parte dos dois que se amam e querem fazer desse amor um exemplo de relacionamento, alimentado pelo carinho de Deus em suas vidas.
Apesar de todas as dificuldades que enfrentaram até agora e enfrentarão mais adiante o amor que sentem um pelo outro e a confiança que devem ter nesse Deus que os uniu hoje, deve ser muito maior que qualquer coisa que possa surgir para tentar tirar a certeza que vocês tem em seus corações.
Parabéns por esse dia abençoado por Deus.
Muitas felicidades, deseja-lhes a Pastoral dos Noivos da Paróquia de São José."

Hino da Liturgia das Horas - Tempo do Advento

ORAÇÃO


No seio puro da Virgem
entrou a graça dos céus.
Em si carrega um segredo
sabido apenas por Deus.

O casto seio da Virgem
se faz templo de Deus.
Gerou sem homem um Filho,
O Autor da terra e dos céus.

Nasceu da Virgem o Filho
que Gabriel anunciou,
em quem no seio materno
João, o Batista, exultou.

Não recusou o presépio,
Foi sobre o feno deitado;
Quem mesmo as aves sustenta
Com leite foi sustentado.

Do céu os coros se alegram,
Os anjos louvam a Deus,
Pastor se mostra aos pastores
Que fez a terra e os céus.

Louvo a vós, o Jesus,
Que duma Virgem nascestes.
Louvor ao Pai e ao Espírito
No azul dos paços celestes.

Então é Natal...



A canção que, com a tradicional “Noite Feliz”, toca cada dia menos e, às vezes, aparece depois das marchas que já antecipam o carnaval fez-me pensar no “então” de cada vida e de cada família. Então é isso que o Natal de Jesus se tornou? Com exceção dos lugares turísticos, sem presépios, sem árvores iluminadas, sem canções natalinas no rádio, sem novenas, sem preparação e sem a gratidão de outros tempos?
Não é que o Natal tenha desaparecido. Ele apenas encolheu. Católicos que ainda ontem enfeitavam suas janelas e portas com os símbolos do Natal abandonaram a prática. Testemunhar o quê? Há mais Papais-Noéis e Mamães-Noéis do que meninos-Jesus nas lojas e em lugares públicos. Há sinos anunciando o bom velhinho e poucos anunciando o santo menino. O não aniversariante é mais festejado do que o aniversariante. O não existente recebe mais festa do que o existente, aquele que veio e chamou-se Jesus. O mitológico velhinho Natal que, na realidade não nasceu velho nem sequer nasceu, desbancou o não mitológico menino Deus. Há quem diga que os dois são mitos. Nós dizemos que não. Real é Jesus.
Segundo a tradição, o caridoso bispo Nicolau se tornou Papai Natal, Papa Noël, com direito a neve, renas e trenó, vindo de algum lugar do Polo Norte. Isto é: vem do céu, mas não é daqui mesmo. Mas, como ele vende mais, então a festa é para ele.
Exceto em poucos lugares haverá uma estrela, um casal e um menino. Nos outros, estará um velhinho vestido de vermelho que ninguém mais sabe que já foi um bispo católico transformado em vovô-papai-natal. Então é isso? É! A menos que sua família decida recolocar as coisas nos seus devidos lugares e fazer o Papai Noel deixar de lado sua enorme sacola para ajoelhar-se diante do menino no presépio, suas crianças não entenderão os dois. Não destruam o fictício Papai Noel. Apenas, façam-no voltar a ser bispo, a ajoelhar-se diante do menino e, por causa do menino, sair jogando presentes pela chaminé. E digam por quê! Quem sabe, um dia, lojistas cristãos porão de volta a imagem da família de Nazaré nas suas vitrines e todas as prefeituras as plantarão nas ruas. Disseram-me que há uma cidade no Brasil que todos os anos expõe, numa galeria no centro, as fotos de todos os bebês nascidos naquele ano ao redor de uma imagem do menino Jesus... Eu gostaria de conhecer o secretário da cultura que teve esta ideia!
Pe. Zezinho é escritor, compositor e conferencista.

REFLEXÃO DO DIA - Sábado 19/12

No tempo de Herodes, rei da Judéia, havia um sacerdote chamado Zacarias. Era do grupo de Abias. Sua esposa se chamava Isabel, e era descendente de Aarão. Os dois eram justos diante de Deus: obedeciam fielmente a todos os mandamentos e ordens do Senhor. Não tinham filhos, porque Isabel era estéril, e os dois já eram de idade avançada. Certa ocasião, Zacarias fazia o serviço religioso no Templo, pois era a vez do seu grupo realizar as cerimônias. Conforme o costume do serviço sacerdotal, ele foi sorteado para entrar no Santuário, e fazer a oferta do incenso. Na hora do incenso, toda a assembléia do povo estava rezando no lado de fora. Então apareceu a Zacarias um anjo do Senhor. Estava de pé, à direita do altar do incenso. Ao vê-lo, Zacarias ficou perturbado e cheio de medo. Mas o anjo disse: «Não tenha medo, Zacarias! Deus ouviu o seu pedido, e a sua esposa Isabel vai ter um filho, e você lhe dará o nome de João. Você ficará alegre e feliz, e muita gente se alegrará com o nascimento do menino, porque ele vai ser grande diante do Senhor. Ele não beberá vinho, nem bebida fermentada e, desde o ventre materno, ficará cheio do Espírito Santo. Ele reconduzirá muitos do povo de Israel ao Senhor seu Deus. Caminhará à frente deles, com o espírito e o poder de Elias, a fim de converter os corações dos pais aos filhos e os rebeldes à sabedoria dos justos, preparando para o Senhor um povo bem disposto.» Então Zacarias perguntou ao anjo: «Como vou saber se isso é verdade? Sou velho, e minha mulher é de idade avançada.» O anjo respondeu: «Eu sou Gabriel. Estou sempre na presença de Deus, e ele me mandou dar esta boa notícia para você. Eis que você vai ficar mudo, e não poderá falar, até o dia em que essas coisas acontecerem, porque você não acreditou nas minhas palavras, que se cumprirão no tempo certo.» O povo ficou esperando Zacarias, e estava admirado com a sua demora no Santuário. Quando saiu, não podia falar, e eles compreenderam que ele tinha tido uma visão no Santuário. Zacarias falava com sinais, e continuava mudo. Depois que terminou seus dias de serviço no Santuário, Zacarias voltou para casa. Algum tempo depois, sua esposa Isabel ficou grávida, e se escondeu durante cinco meses. Ela dizia: «Eis o que o Senhor fez por mim, nos dias em que ele se dignou tirar-me da humilhação pública!» (Lc 1,5-25)
A Bíblia nos apresenta alguns casos em que mulheres que não poderiam ter filhos ficaram grávidas. Podemos citar alguns exemplos: Sara, esposa de Abraão e mãe de Isaac; a esposa de Manué, que era estéril e deu à luz Sansão; Ana , esposa de Elcana, que era estéril e deu à luz Samuel; e Isabel, esposa de Zacarias, que deu à luz João Batista. Cada vez que uma mulher estéril fica grávida, alguma coisa importante vai acontecer. Com Isaac, a formação do povo de Israel, com Sansão, a derrota dos filisteus, que permitiu a permanência do povo de Israel na Terra Prometida, com Samuel, a formação do Reino de Israel e com João Batista, a chegada da plenitude dos tempos.
Fonte: CNBB

18 de dez. de 2009

REFLEXÃO DO DIA - Sexta-Feira 18/12

A origem de Jesus, o Messias, foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu marido, era justo. Não queria denunciar Maria, e pensava em deixá-la, sem ninguém saber. Enquanto José pensava nisso, o Anjo do Senhor lhe apareceu em sonho, e disse: «José, filho de Davi, não tenha medo de receber Maria como esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e você lhe dará o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados.» Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: «Vejam: a virgem conceberá, e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que quer dizer: Deus está conosco.» Quando acordou, José fez conforme o Anjo do Senhor havia mandado: levou Maria para casa, e, sem ter relações com ela, Maria deu à luz um filho. E José deu a ele o nome de Jesus. (Mt 1, 18-24)
Os profetas anunciaram que o Messias seria da descendência do rei Davi, e esta descendência vem por meio de José. As Sagradas Escrituras não narram se Maria era descendente de Davi. José não teve nenhuma participação no Mistério da Encarnação, mas mesmo assim, cooperou com a realização das profecias ao reconhecer Jesus como seu filho e, ao dar-lhe o seu nome, lhe transmite todos os direitos da descendência davídica. Com isso, o Evangelho de hoje nos mostra que, embora a salvação seja obra de Deus, a colaboração humana é necessária para a sua realização e somente pode ser considerado verdadeiramente santo aquele que procura participar da obra salvífica da humanidade como colaborador do próprio Deus.
Fonte: CNBB

17 de dez. de 2009

Confraternização do Apostolado da Oração


Na última segunda-feira (14/12), o Apostolado da Oração de nossa Paróquia esteve reunido, em confraternização por mais um ano que termina. A reunião das zeladoras do Sagrado Coração de Jesus aconteceu no Centro Pastoral, à noite.
O Apostolado da Oração está intimamente ligado à Ordem dos Jesuítas. Começou em 1884 em um Colégio desta Ordem na França, onde estudantes de filosofia e teologia estavam ansiosos para fazer algum apostolado. Seu orientador lhes fez ver, que enquanto eram estudantes, não tinham condições para fazer pregação e outros trabalhos de apostolado direto. O que poderiam fazer era oferecer seus estudos, os sacrifícios voluntários e outros atos de piedade. Dois anos depois, este mesmo Padre orientador espiritual publicou um livro chamado O Apostolado da Oração. O livro e a devoção obtiveram a aprovação do Superior Geral da Ordem dos Jesuítas, e o próprio Papa Pio IX o aprovou em 1849. Um bom teólogo, Pe. Gautrelet, SJ, deu o embasamento teológico à devoção ao Sagrado Coração, bem como ao Apostolado da Oração e daí por diante a devoção se propagou rapidamente.
O Apostolado da Oração foi encarregado pelos Papas de levar por diante o culto e a devoção ao Coração de Cristo. Coração que simboliza toda a sua Pessoa, com todo o seu amor humano e divino, pois Jesus é verdadeiro Deus e verdadeiro Homem.
Na sua Encíclica «Spe Salvi», Bento XVI faz uma referência ao oferecimento das obras do dia, uma das dimensões fundamentais da espiritualidade do Apostolado da Oração. A este respeito, diz, no nº 40: «Fazia parte duma forma de devoção – talvez menos praticada hoje, mas bastante difundida ainda há não muito tempo – a ideia de poder «oferecer» as pequenas canseiras da vida quotidiana, que nos ferem com frequência como alfinetadas mais ou menos incômodas, dando-lhes assim um sentido. [...]

Portanto, neste momento em que você está lendo esta postagem, una-se também em oração ao Apostolado da Oração, aos zeladores do Sagrado Coração de Jesus, e reze, oferecendo as obras do seu dia a Ele que é Pai, Filho e Espírito Santo!
Ofereço-Vos, ó meu Deus,
em união com o Santíssimo
CORAÇÃO DE JESUS
e por meio do
Coração Imaculado de Maria,
as orações, os trabalhos,
as alegrias e os sofrimentos
deste dia, em reparação
de todas as ofensas
e por todas as intenções
pelas quais o mesmo
Divino Coração
está continuamente intercedendo
e sacrificando-se
nos nossos altares.
Eu Vo-los ofereço de modo particular pelas intenções do
Apostolado da Oração
neste mês e neste dia.
AMÉM.

REFLEXÃO DO DIA - Quinta-Feira (17/12)

Livro da origem de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. Abraão foi o pai de Isaac; Isaac foi o pai de Jacó; Jacó foi o pai de Judá e de seus irmãos. Judá, com Tamar, foi o pai de Farés e Zara; Farés foi o pai de Esrom; Esrom foi o pai de Aram. Aram foi o pai de Aminadab; Aminadab foi o pai de Naasson; Naasson foi o pai de Salmon. Salmon, com Raab, foi o pai de Booz; Booz, com Rute, foi o pai de Jobed; Jobed foi o pai de Jessé; Jessé foi o pai de Davi.Davi, com aquela que foi mulher de Urias, foi o pai de Salomão. Salomão foi o pai de Roboão; Roboão foi o pai de Abias; Abias foi o pai de Asa. Asa foi o pai de Josafá; Josafá foi o pai de Jorão; Jorão foi o pai de Ozias. Ozias foi o pai de Joatão; Joatão foi o pai de Acaz; Acaz foi o pai de Ezequias. Ezequias foi o pai de Manassés; Manassés foi o pai de Amon; Amon foi o pai de Josias. Josias foi o pai de Jeconias e de seus irmãos, no tempo do exílio na Babilônia. Depois do exílio na Babilônia, Jeconias foi o pai de Salatiel; Salatiel foi o pai de Zorobabel. Zorobabel foi o pai de Abiud; Abiud foi o pai de Eliaquim; Eliaquim foi o pai de Azor. Azor foi o pai de Sadoc; Sadoc foi o pai de Aquim; Aquim foi o pai de Eliud. Eliud foi o pai de Eleazar; Eleazar foi o pai de Matã; Matã foi o pai de Jacó. Jacó foi o pai de José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Messias. Assim, as gerações desde Abraão até Davi são catorze; de Davi até o exílio na Babilônia, catorze gerações; e do exílio na Babilônia até o Messias, catorze gerações. (Mt 1, 1-17)
A vinda de Jesus ao mundo foi precedida de uma história: a história do povo de Israel, que tem o seu início com Abraão, desenvolve-se até atingir o seu apogeu com o Rei Davi, depois entra em declínio até atingir o seu ponto mais baixo com Josias e o exílio da Babilônia, para depois evoluir até chegar à plenitude dos tempos com a Jesus, Deus presente e atuante na história dos homens, que vai ser a realização da promessa a Abraão que nele serão abençoadas todas as nações da terra e a salvação chega para todos os povos com a libertação do pecado e da morte e a presença do próprio Deus na vida de todos nós.
Fonte: CNBB