Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

12 de nov. de 2010

Verbum Domini: Apresentada no Vaticano a Exortação apostólica de Bento XVI sobre a Palavra de Deus

VATICANO, 11 Nov. 10 / 02:11 pm (ACI).- Este meio-dia (hora local) apresentou-se na Sala de Imprensa da Santa Sé a exortação apostólica pós-sinodal do Papa Bento XVI "Verbum Domini", sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja. Este documento do Santo Padre é fruto do Sínodo realizado de 5 a 26 de outubro de 2008.
Intervieram na conferência de imprensa o Cardeal Marc Ouellet, Prefeito da Congregação para os Bispos; o Arcebispo Gianfranco Ravasi, Presidente do Pontifício Conselho da Cultura; o Arcebispo Nikola Eterovic e Dom Fortunato Frezza, respectivamente Secretário geral e Subsecretário do Sínodo dos Bispos.
O documento apresentado hoje e com data de 30 de setembro, memória de São Jerônimo, é fruto da XII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, celebrada em Roma de 5 a 26 de outubro de 2008. Foi publicada em latim, italiano, inglês, francês, espanhol, alemão, português, polonês. Consta de uma introdução, três partes e uma conclusão.
Primeira parte
Dom Eterovic explicou que na primeira parte, titulada "Verbum Dei", o Papa faz insistência "no papel fundamental de Deus Pai, fonte e origem da Palavra, assim como a dimensão trinitária da revelação".No primeiro capítulo, "O Deus que fala", se ressalta "a vontade de Deus de abrir e manter um diálogo com o ser humano, no qual Deus toma a iniciativa e se revela de diversas maneiras". Do mesmo modo "destaca-se o aspecto cristológico da Palavra, sublinhando ao mesmo tempo a dimensão pneumatológica". Nesta parte se confronta a relação entre Escritura e Tradição, assim como o tema da inspiração e verdade da Bíblia."A resposta do homem ao Deus que fala" é o título do segundo capítulo. "O homem está chamado a entrar na Aliança com seu Deus que o escuta e responde a suas perguntas. A Deus que fala, o homem responde com a fé. A oração mais indicada é a realizada mediante as palavras que o mesmo Deus revelou e que se mantêm escritas na Bíblia".
O terceiro capítulo está dedicado ao tema "A hermenêutica da Sagrada Escritura na Igreja". Nesta seção o Papa afirma que "a Sagrada Escritura deveria ser, como o manifesta a Constituição dogmática "Dei Verbum" sobre a divina revelação, "a alma da teologia sagrada".
Afirma-se que "a hermenêutica bíblica do Concílio Vaticano II deve ser redescoberta a fim de evitar um certo dualismo da hermenêutica secularizada, que poderia dar lugar a uma interpretação fundamentalista ou espiritualista da Sagrada Escritura. A reta hermenêutica exige a complementaridade do sentido literal e espiritual, uma harmonia entre fé e razão. Por isso sobre a relação entre cristãos e judeus com referência às Escrituras, "se sublinha que é muito especial porque compartilham boa parte delas".
Segunda parte
A segunda parte se titula "Verbum in Ecclesia". No primeiro capítulo, "A Palavra de Deus e a Igreja", "sublinha-se que graças à Palavra de Deus e à ação sacramental, Jesus Cristo é contemporâneo aos homens na vida da Igreja"."A Liturgia, lugar privilegiado da Palavra de Deus" é o título do segundo capítulo, no qual se insiste "no elo vital entre a Sagrada Escritura e os sacramentos, em particular, a Eucaristia". Recorda-se a importância do Lecionario e da proclamação da Palavra e do ministério de leitorado, insistindo sobre tudo na preparação da homilia, um tema de grande importância na Exortação Apostólica pós-sinodal.
O terceiro capítulo está dedicado à "Palavra de Deus na vida da Igreja", onde se destaca "a importância da animação bíblica da pastoral, a dimensão bíblica da catequese, a formação bíblica dos cristãos, a Sagrada Escritura nos grandes encontros eclesiásticos, e a Palavra de Deus em relação com as vocações". O Santo Padre também dá “uma especial atenção à Lectio divina e à oração Mariana".
Terceira parte
A terceira parte, titulada "Verbum mundo", sublinha "o dever dos cristãos de anunciar a Palavra de Deus no mundo no que vivem e trabalham. No primeiro capítulo, "A missão da Igreja: anunciar a Palavra de Deus ao mundo", destaca-se que a Igreja está orientada ao primeiro anúncio, "ad gentes", aos que ainda não conhecem verbo, Palavra de Deus, mas também àqueles que foram batizados mas que necessitam uma nova evangelização para redescobrir a Palavra de Deus"."Palavra de Deus e compromisso no mundo", é o título do segundo capítulo. Nele se recorda que "os cristãos estão chamados a servir ao Verbo de Deus nos irmãos mais pequeninos e, portanto, a comprometer-se na sociedade para a reconciliação, a justiça e a paz entre os povos".
O terceiro capítulo está dedicado à "Palavra de Deus e as culturas". Fica de manifesto "o desejo de que a Bíblia seja melhor conhecida nas escolas e universidades e que os meios de comunicação social usem todas as possibilidades técnicas para sua divulgação. O tema da inculturação da Sagrada Escritura está vinculado às traduções e à difusão da Bíblia, que deverá ser incrementado"."Palavra de Deus e diálogo inter-religioso", é o tema do quarto capítulo. "depois de ter posto de relevo o valor e a atualidade do diálogo inter-religioso, a "Verbum Domini" oferece umas indicações úteis sobre o diálogo entre cristãos e muçulmanos, assim como com os pertencentes a outras religiões não cristãs, no marco da liberdade religiosa, que implica não só a liberdade de professar a própria fé em privado e em público, mas também a liberdade de consciência, quer dizer, de escolher a própria religião".Na conclusão, disse o arcebispo Eterovic, o Santo Padre reitera a exortação a todos os cristãos a "esforçar-se para ter cada vez mais familiaridade com a Sagrada Escritura".

Para ler o documento completo em português pode-se ingressar em:

Fonte: www.acidigital.com

10 de nov. de 2010

Paróquia deve ser comunidade missionária, diz Cardeal

SÃO PAULO, quarta-feira, 10 de novembro de 2010 (ZENIT.org) – O cardeal Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, considera que é necessária a “conversão missionária” das organizações e estruturas pastorais, em particular da paróquia, com tudo o que ela significa.
Em artigo na edição desta semana do jornal arquidiocesano O São Paulo, o arcebispo afirma que a paróquia deve-se tornar mais “comunidade de comunidades, grupos, associações, movimentos e organizações de discípulos missionários, que nela vivem e se expressam”.
Dom Odilo assinala a necessidade de se tomar uma nova consciência sobre a realidade da paróquia, no sentido teológico e pastoral, superando uma visão apenas burocrática ou jurídica.
“Ela é o rosto mais visível e concreto do Mistério da Igreja, ‘sacramento de salvação’ no meio do mundo; é uma comunidade de batizados, congregados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, vivendo a fé, a esperança e a caridade.”
A paróquia “se reúne em torno de Jesus Cristo, Senhor e Pastor da Igreja, representado visivelmente pelo ministro ordenado, que está no meio dela e à sua frente para servi-la na caridade. A assembleia eucarística é a expressão mais visível e sacramental da Igreja”, afirma.
Segundo o cardeal, a paróquia é, portanto, “‘casa de Deus’ no meio das casas dos homens, templo de Deus edificado por pedras vivas, que são todos os batizados; é o ‘corpo de Cristo’, através do qual ele continua a se expressar (...); é o concreto e visível ‘povo de Deus’, que irradia no mundo a luz de Cristo”.
Na paróquia – prossegue o purpurado –, a Igreja inteira se expressa e realiza a missão recebida de Cristo: “anunciar e acolher a Palavra de Deus; testemunhar a vida nova recebida no Batismo, buscando e expressando a santidade de vida; organizar e realizar a caridade pastoral, em nome de Jesus, Bom Pastor, e a seu exemplo”.
Para o arcebispo de São Paulo, uma definição que cabe bem à paróquia é de “comunidade missionária dos fiéis em Cristo no meio do mundo”.
A paróquia “é o ícone visível daquilo que a Igreja de Jesus Cristo é na sua totalidade. Evidentemente, nenhuma paróquia se basta a si mesma, nem realiza sozinha e autonomamente a sua missão, mas o faz na comunhão da Igreja particular (a diocese) e da comunhão universal da Igreja”.
Contudo – afirma Dom Odilo –, a paróquia “é a Igreja ‘na base’; se ali a vida e a missão da Igreja acontecem, também na grande comunidade eclesial elas acontecem; do contrário, a Igreja corre o risco de ‘rodar no vazio’ e de se reduzir a uma série de instituições, sem chegar ao povo e às pessoas concretas”.

7 de nov. de 2010

FAMÍLIA, ESPERANÇA DA HUMANIDADE

BARCELONA, domingo, 7 de novembro de 2010 (ZENIT.org) - "Hoje, tive o enorme prazer de dedicar este templo a quem, sendo Filho do Altíssimo, despojou-se, fazendo-se Homem e, ao amparo de José e Maria, no silêncio do lar de Nazaré, ensinou-nos, sem palavras, a dignidade e o valor primordial do matrimônio e da família."
Da porta da Natividade da Basílica da Sagrada Família de Barcelona, diante de milhares de pessoas, o Papa Bento XVI quis introduzir a oração do Ângelus afirmando a importância da família, como já o havia feito alguns momentos antes, na homilia.
A família, segundo o Papa, é a "esperança da humanidade", pois nela "a vida encontra acolhida, desde o momento da sua concepção até seu declínio natural".
Jesus Cristo, acrescentou o Papa, "ensinou-nos também que toda a Igreja, escutando e cumprindo sua Palavra, converte-se em sua família. E mais ainda: confiou-nos a tarefa de ser sementes de fraternidade que, plantadas em todos os corações, incentivam a esperança".
Gaudí, grande devoto da Sagrada Família e "inspirado pelo ardor da sua fé cristã, conseguiu transformar este templo em um louvor a Deus esculpido em pedra. Um louvor a Deus que, como no nascimento de Cristo, teria como protagonistas as pessoas mais humildes e simples".
De fato, afirmou o Pontífice, "Gaudí, com sua obra, pretendia levar o Evangelho a todo o povo. Por isso, concebeu os três pórticos do exterior do templo como uma catequese sobre Jesus Cristo, como um grande rosário, que é a oração dos simples, no qual se podem contemplar os mistérios gozosos, dolorosos e gloriosos do nosso Senhor".
Mas também o fez com sua vida, pois "planejou e financiou, com suas próprias economias, a criação de uma escola para os filhos dos pedreiros e para as crianças das famílias mais humildes do bairro, que era naquele então um subúrbio marginalizado de Barcelona".
"Ele torna realidade, assim, a convicção que exprimia com estas palavras: ‘Os pobres sempre devem encontrar acolhimento no templo, que é a caridade cristã'", sublinhou.
Posteriormente, em catalão, o Papa mostrou seu desejo de que "homens e mulheres de todos os continentes admirem a fachada da Natividade".

2 de nov. de 2010

DIA DE FINADOS - Comemoração de todos os fiéis defuntos

A Igreja desde o início cultivou com grande piedade a memória dos mortos e ofereceu a eles orações. Desde o século I, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar aos mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Também o abade de Cluny, na França, santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. O grande número de mosteiros beneditinos ligados a Cluny favoreceu a ampla difusão dessa comemoração em muitos países da Europa setentrional. Desde o século XI os papas Silvestre II (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. Em 1311, em Roma, foi declarada oficialmente a memória anual dos mortos que passa a ser comemorado em 02 de novembro, porque 1° de novembro é a Festa de Todos os Santos.
O dia de Finados é um convite a olhar a morte com os olhos da fé e não com o olhar de desespero. Somos enviados a confiar em Deus que não condena o justo e aquele que vive em Deus não é destinado à desgraça, mas a iluminar sempre. O Salmo 26 canta a confiança na bondade de Deus: Contemplarei a bondade do Senhor na terra dos viventes. Porque Deus é a minha luz, minha salvação. O som da confiança também vem do Apóstolo Paulo: [...] tornados justos pelo sangue de Cristo, com maior razão seremos salvos da ira por meio dele (Rm 5,9).
Nossa confiança em Deus deve ser total porque ele estabeleceu um tempo novo, pleno de vida. E, para coroar todo este incentivo à fé e esperança, Jesus Cristo nos confirma este convite: Quem acredita no filho do homem tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia (Jo 6,40). É Jesus o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14,6). Isto significa que viver em Cristo, caminhar em Cristo é garantia da vida eterna e certeza de ocupar um lugar que Ele nos preparou na casa do Pai.
Drummond de Andrade, grande poeta brasileiro, tinha uma intuição bonita sobre o que acontece com os nossos mortos queridos. Ele escreveu: “...foi preciso que se despedissem para que conservássemos melhor em nossa companhia, já sem possibilidade de atritos, desconfianças e tédio. Ficam limpos de qualquer desinteligência. Tornaram-se amor inesgotavelmente” (do livro O poder ultrajovem, ed. Record.op.cito, Amar o Pai servir aos irmãos, TC, CNBB, 1999).
Olha que Drummond não era uma pessoa “religiosa”. Refere-se ao efeito psicológico que os mortos continuam tendo em nossa vida, com a imagem purificada pela ausência e pela lembrança do bem que representam para nós. Até concordamos com Drummond, mas diríamos que Deus realiza uma glorificação semelhante em todos aqueles que são acolhidos na Vida Eterna. No céu acontece uma grande reunião alegre de tanta gente boa com o Pai.
Sinto que cada dia que passa os nossos mortos vão ficando mais purificados. Vamos aos poucos esquecendo suas falhas e ficando em nossa lembrança apenas as cosias boas que fizeram. Eles vão ficando mais bonitos, mais santos na nossa memória.
Enfim, o Dia de finados é um dia de misericórdia, de misericórdia universal, um dia de perdão, dia do Amor. Mas deveria ser também o dia no qual avaliamos a nossa vida de tal modo que a bondade e a santidade prevaleçam sempre mais em nós. Pois, hoje é o dia da celebração da vida eterna das pessoas que muito amamos que já partiram para o festim da eternidade feliz.
Devemos compreender que o cristão chora e permanece triste diante da morte, porém nunca entra em desespero. “Saudades sim, desespero não”.
Somos convidados a renovar nossa fé no Cristo Ressuscitado, Senhor dos vivos e dos mortos. E para todos os Fiéis defuntos nós suplicamos: “Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno! E a luz perpétua os ilumine! Descanse em paz! Amém."


Fonte: http://www.cnbbs2.org.br

1 de nov. de 2010

Saudações da CNBB aos eleitos

Ao final do segundo turno das eleições, ocorrido neste domingo, 31 de outubro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB saúda todos os eleitos – deputados estaduais e federais, senadores, governadores e presidente da República -, augurando-lhes sucesso na tarefa de representar e defender o povo que os escolheu para esta missão. A CNBB cumprimenta de maneira especial a Sra. Dilma Rousseff, eleita presidente da República, a quem caberá dirigir os destinos da nação brasileira nos próximos quatro anos.Dela e dos demais eleitos se espera fidelidade no cumprimento das promessas apresentadas durante a campanha eleitoral. Passadas as eleições, o compromisso de todos é unir os esforços na construção de um Brasil com paz, justiça social e vida plena para todos. Pesa sobre os ombros de cada um dos eleitos a responsabilidade de corresponder plenamente às expectativas e à confiança, não só de seus eleitores, mas de toda a Nação brasileira.
Saudamos o povo brasileiro, que protagonizou o espetáculo da cidadania e da democracia ao participar ativamente das eleições em seus dois turnos. Cabe, agora, a todos nós, brasileiros e brasileiras, a irrenunciável tarefa de acompanhar os eleitos no exercício de seu mandato, a fim de que não se percam nos caminhos do poder de que foram revestidos.Que Deus, de quem provém toda autoridade, acompanhe cada um dos eleitos com sua graça e sua bênção. O divino Espírito Santo os ilumine e lhes conceda sabedoria a fim de que tomem sempre as decisões mais acertadas para o bem de nosso povo. Imploramos a intercessão de Nossa Senhora Aparecida para os que foram eleitos e para todo o povo brasileiro.
Brasília, 31 de outubro de 2010.
Dom Geraldo Lyrio Rocha - Arcebispo de Mariana, Presidente da CNBB
Dom Luiz Soares Vieira - Arcebispo de Manaus, Vice-presidente da CNBB
Dom Dimas Lara Barbosa - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, Secretário Geral da CNBB

31 de out. de 2010

EJC - Momento da Juventude



Aconteceu ontem, 30/10, no Centro Pastoral de Evangelização D. José Adelino Dantas, em nossa cidade, o Momento da Juventude, em preparação para o EJC - Encontro de Jovens com Cristo, que será realizado nos dias 03, 04 e 05 de dezembro próximo, aqui em Carnaúba dos Dantas/RN.
O Momento contou com a participação de jovens de nossa cidade e da cidade de Jardim do Seridó, sob a coordenação de jovens do EJC de nossa cidade e da cidade de Campina Grande/PB. Lembrando que os jovens de nossa cidade que já participam do EJC fizeram o encontro em Campina Grande, em junho passado.
O EJC que será realizado aqui em Carnaúba será o 1º ENCONTRO DE JOVENS COM CRISTO da Paróquia de São José (Carnaúba - 40 jovens), da Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios (Cruzeta - 40 jovens) e da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição (Jardim do Seridó - 20 jovens). Estarão participando do encontro jovens dessas três paróquias, os quais difundirão o movimento por toda a Diocese de Caicó.
Nossas orações por esses jovens e pelos seus familiares, para que sejam guiados pelo Espírito Santo nessa nova vivência de fé.

29 de out. de 2010

IGREJA MOTIVA CATÓLICOS A IREM ÀS URNAS

BELO HORIZONTE, sexta-feira, 29 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – O arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, incentivou os católicos a comparecerem às urnas neste domingo, no segundo turno das Eleições no Brasil.
O arcebispo afirma – em artigo divulgado nesta sexta-feira à imprensa – que o segundo turno “deve ressoar como convocação peremptória ao cidadão para que este indispensável exercício de cidadania influencie na definição de rumos, horizontes e metas na vida da sociedade brasileira”.
Dom Walmor recorda que “é indispensável que a consciência cidadã motive o compromisso do comparecimento às urnas”.
O prelado assinalou o risco do feriado – em muitos Estados brasileiros não se trabalha desde o sábado até a terça-feira – tornar-se um impedimento, inviabilizando a presença nas urnas.
Para aqueles que desejam viajar, o arcebispo destaca que o lazer merecido não pode “relativizar a seriedade deste momento decisivo de ida às urnas”.
“Adiar, por horas ou por um dia, um plano de viagem ou de lazer é mais do que necessário e justificável. Este apelo precisa encontrar lugar no coração de cada um e se tornar força de motivação e convencimento para tantos outros.”
“Em jogo está o destino e o futuro da sociedade. Quem tem fé sabe o quanto seus valores iluminam o compromisso do voto. Sabe também que esse ato não pode ser substituído por outra pessoa, para além do fato de ser obrigatório por força da legislação”, afirma.
Segundo o arcebispo, votar não é “um simples compromisso partidário ou um ato qualquer de apertar a tecla confirma”.
“Nas mãos de cada cidadão está um pouco do muito que pode fazer grande diferença nos dias que vão se suceder ao longo do quadriênio 2011-2014. O projeto de sociedade que vai se discutir, implantar e avançar dependerá, decisivamente, do candidato eleito.”
Nesse contexto – prossegue Dom Walmor – está “o grande discernimento para escolher adequadamente”.
“É preciso, então, iluminar os nomes dos candidatos com valores que dão sustentabilidade à cidadania e com as exigências do compromisso social e político com a vida do povo, particularmente dos mais pobres.”
A Igreja Católica continua – afirma o arcebispo –, “serenamente, na sua posição de orientar nesse horizonte e de indicar esse caminho, sem se confundir com posturas que são até interpretadas como resultado de enfraquecimentos ou divisões”.
“Nesta serenidade e clarividência, a Igreja motiva a todos a irem às urnas com a certeza de que o Brasil precisa continuar avançando no caminho do respeito à vida por um desenvolvimento social integral”, destaca.

Fonte: www.zenit.org