Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

14 de mai. de 2010

EVANGELHO DO DIA - João 15,9-17

"Assim como meu Pai me amou, eu também amei vocês: permaneçam no meu amor. Se vocês obedecem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como eu obedeci aos mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. Eu disse isso a vocês para que minha alegria esteja em vocês, e a alegria de vocês seja completa. O meu mandamento é este: amem-se uns aos outros, assim como eu amei vocês. Não existe amor maior do que dar a vida pelos amigos. Vocês são meus amigos, se fizerem o que eu estou mandando. Eu já não chamo vocês de empregados, pois o empregado não sabe o que seu patrão faz; eu chamo vocês de amigos, porque eu comuniquei a vocês tudo o que ouvi de meu Pai. Não foram vocês que me escolheram, mas fui eu que escolhi vocês. Eu os destinei para ir e dar fruto, e para que o fruto de vocês permaneça. O Pai dará a vocês qualquer coisa que vocês pedirem em meu nome. O que eu mando é isto: amem-se uns aos outros."
PALAVRAS DO SENHOR - Graças a Deus

13 de mai. de 2010

ESSE JESUS PRESENTE E AUSENTE

“Pouco tempo ainda, e não me vereis. E outra vez, pouco tempo, a me vereis de novo”. Esta afirmação de Jesus poderá ser lida de dois modos pela comunidade que recebeu o texto de João. Numa primeira leitura pensa-se na partida, na morte de Jesus. Ele seria arrancado do meio dos seus. Os apóstolos não o veriam mais. Pouco tempo depois, no kairós das aparições do ressuscitado, eles o teriam, de novo, por um tempo, de uma forma especial. E depois de um outro “certo tempo” ele deixaria os seus param voltar para o Pai. Esse segundo desaparecimento foi designado de ascensão.

Vivemos o tempo em que Jesus desapareceu de nossos olhos. Ora, a presença de Jesus é fundamental para a vida de sua Igreja. Com a Páscoa e a Ascensão a presença de Jesus é mais espiritual, mais profunda e universal. Trata-se de uma presença que se reconhece na fé. Pode ser que, durante um certo tempo, na vida da Igreja e na história de cada cristão essa presença pareça diluir-se. Pode ser que o organizacional, os esquemas, os números, as tabelas, as estatísticas tenham tais dimensões e proporções que escondam a presença de Jesus. Pode acontecer que uma certa pastoral mais ou menos mecânica não tenha mais feito a experiência do ressuscitado. Sentimos claramente que a Igreja e seus membros precisam ser “evangelizados”, em outras palavras, necessitam tirar o véu dos olhos e enxergar a presença do Senhor. Foi esse o escopo da Conferência de Aparecida.

Jesus vive e é ressuscitado. Não duvidamos. Mas, devido à fragilidade caminhamos na vida como se ele estivesse realmente ausente.

O tempo da Páscoa nos faz compreender uma vez mais a densidade de sua presença nos sacramentos, no mistério da reunião, no rosto dos sofredores, na Palavra da Escritura. Cremos, mas precisamos que o Senhor aumente a nossa fé.

Cristo se ausenta daqueles que dele tinham uma imagem sentimental, romântica. Afasta-se também daqueles que se aferraram à cristandade e o reconhecem apenas no sagrado que se via em toda parte. Hoje, caminhamos na noite. Será preciso coragem.

“O desconhecido é o porvir que deve nascer. É o Espírito que paira sobre as águas e as sacode com as asas gigantes. Parece que bate sempre de fora; mas chama de dentro. Tem a fisionomia do outro, do estrangeiro, e mesmo do inimigo; e entretanto está no intimo, na profundidade inexplorada. É o apelo criador na criatura, o impulso irresistível do nosso ser para um ser maior. A hora em que o homem já não sabe quem é, em que erra como sombra entre as suas próprias ruínas, essa hora de grande solidão e vazio é a dos grandes começos. É a hora em que o desconhecido nos visita, em que o futuro nos atrai. É a hora em que o Espírito nos faz sinal, porque quer tornar-se em nós coração novo, espírito novo” (Eloi Leclerc, O povo no meio da noite, Ed. Franciscana, Braga p. 35-36).

“Vós chorareis e vos lamentareis, mas o mundo se alegrará. Vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria” . Felizes os que vivem à luz da presença de Cristo...

EVANGELHO DO DIA - João 16,16-20

«Daqui a pouco vocês não me verão mais, porém, mais um pouco, e vocês me tornarão a ver.» Alguns discípulos comentaram: «O que ele quer dizer com isso: ‘daqui a pouco vocês não me verão mais, porém, mais um pouco, e vocês me tornarão a ver’? E ainda: ‘eu vou para o Pai’?» E diziam: «Que significa esse ‘um pouco’? Não compreendemos o que ele quer dizer.»Jesus percebeu que eles queriam fazer perguntas. E disse: «Vocês estão discutindo porque eu falei: ‘Daqui a pouco vocês não me verão mais, porém, mais um pouco, e vocês me tornarão a ver’? Eu lhes garanto: vocês vão gemer e se lamentar, enquanto o mundo vai se alegrar. Vocês ficarão angustiados, mas a angústia de vocês se transformará em alegria.»

12 de mai. de 2010

Assembléia da CNBB aprova mensagem sobre a Palavra de Deus

A Assembleia da CNBB acaba de aprovar uma Mensagem sobre as Comunidades Eclesiais de Base e outra sobre a Palavra de Deus, tema central do encontro. Abaixo, na íntegra, a mensagem aprovada sobre a Palavra de Deus.

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
Mensagem dos Bispos do Brasil sobre a Palavra de Deus e a Animação Bíblica de toda a Pastoral.

Dias virão em que o povo sentirá fome da Palavra (cf. Am 8,11)

Na 48ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, aprofundamos o tema da Palavra de Deus na Igreja. Enquanto aguardamos com muito carinho a Exortação Apostólica pós-sinodal do Papa Bento XVI, orientados pela mensagem do Sínodo, com as ricas contribuições de toda a Igreja sobre este tema, convidamos todas as comunidades a acolher este grande dom e a preparar o ânimo para uma recepção mais viva da Palavra de Deus. Assim, a Igreja no Brasil poderá ser, nesta mudança de época, anunciadora corajosa das riquezas da Palavra em estado permanente de missão em toda a sua ação evangelizadora.
No Prólogo do evangelho de São João, encontramos o anúncio que ilumina a vida do mundo inteiro: “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava junto de Deus, e a Palavra era Deus... e a Palavra se fez carne” (Jo 1, 1.14). A Palavra se torna um de nós e pode ser vista, tem um nome e um rosto: é Jesus Cristo. Depois de percorrer as estradas da Palestina, encontrando todo tipo de pessoas e fazendo o bem, a Palavra feita carne se manifesta de forma mais eminente no Mistério Pascal. É o amor do Pai que, na glorificação do Filho, chega até nós pela força do Espírito.
Do lado aberto de Jesus nasce a Igreja, que, guiada pelo Espírito, começa a colocar por escrito a Palavra revelada, que não se esgota nos textos sagrados, mas continua no rio de vida que é a Tradição. Isso aconteceu, também, no Antigo Testamento quando a experiência da salvação deu origem, já no povo de Israel, aos textos sagrados. A Palavra, portanto, germina na vida da Igreja e é autenticamente interpretada por meio do Magistério do sucessor de Pedro e dos bispos em comunhão com ele. Esta Palavra, que é vida, continua viva nas comunidades cristãs.
Exortamos os discípulos e as discípulas de Jesus do nosso tempo a se deixarem alcançar pela palavra de seu Mestre. Como aos primeiros, lá na Palestina, Ele lhes dirigiu o olhar e a palavra (cf. Mt 4,18-22). Eles, ao ouvirem sua palavra, acolheram sua Pessoa: seguiram-no. Foi um começo. Muitas vezes, depois, tiveram que renovar os motivos para o seguimento. Naquelas situações, a Palavra do Senhor não lhes faltava: escutavam-no. Deixavam-se ensinar por Ele. E os discípulos amadureciam no seguimento e nos seus vínculos pessoais com o Senhor. Esta palavra continua viva na história e chegou até nós, na terra de Santa Cruz.
Louvemos a Deus por tudo o que se fez e se faz em nosso Brasil por meio do trabalho evangelizador com a Bíblia, desde o “movimento bíblico” já antes do Concílio Vaticano II, e com ele, e a partir dele, com a rica “pastoral bíblica”. A nossa Igreja no Brasil tornou-se mais atenta em acolher a Revelação do Senhor, mais animada em encontrar-se com a Palavra viva, que é Jesus Cristo, e mais profética e misericordiosa em servir a todos, especialmente aos mais fracos.
Deus suscita em nosso povo uma grande fome e sede da Palavra, uma grande procura e desejo de conhecer, viver e anunciar a mensagem da Sagrada Escritura. Este encantamento pela Palavra é um apelo para que, em nossas dioceses, paróquias e comunidades se ofereça e se facilite o acesso à Bíblia, ao estudo bíblico e a vivência da mensagem revelada.
Em continuidade com tudo que já se realiza, somos convidados a dar um novo passo. Trata-se de compreender que a Palavra de Deus é a alma de toda a ação evangelizadora da Igreja. Propõe-se uma verdadeira “Animação Bíblica da Pastoral”. Assim a Palavra de Deus contida na Sagrada Escritura suscita, forma e acompanha a vocação e a missão de cada discípulo missionário de Jesus Cristo e orienta as ações organizadas da Igreja. Dessa forma, além de ser “alma da teologia” (DV 24), a Palavra de Deus torna-se também a “alma da ação evangelizadora da Igreja” (DP 372; DAp 248).
Quando falamos da “Animação Bíblica da Pastoral”, propomos conhecer e assimilar mais a Revelação de Deus, em ter, mediante sua Palavra, um encontro pessoal e comunitário com o Senhor e sermos corajosos missionários do Reino de Deus. Por isso a “Animação Bíblica da Pastoral” deve tornar-se um verdadeiro aprendizado, por meio de um caminho de conhecimento e interpretação da Sagrada Escritura, caminho de comunhão e oração com o Senhor e caminho de evangelização e anúncio da Palavra de Deus, esperança para o nosso mundo (cf. DAp 248).
É hora, pois, de uma formação bíblica mais intensa, profunda, sistemática e corajosa; de um contínuo e fascinante contato com a Palavra de Deus, que é Jesus Cristo; de uma forte e vibrante ação evangelizadora a partir da Palavra de Deus.
Com a Bíblia na mão, a Palavra de Deus no coração e com os pés na missão, somos convocados à prática da Leitura Orante. Feita com todo empenho em nível pessoal e comunitário, ela vai nos educar na fé proporcionando uma catequese bíblica, que forma discípulos apaixonados por Jesus Cristo. Ela nos leva a celebrar a esperança na liturgia, que dispõe para plena comunhão com Deus, que se realiza na Eucaristia. Ela, enfim, fortalece-nos na missão de anunciar a Palavra a todos os povos por meio de uma caridade criativa. Quando pessoas e comunidades são transformadas pela Palavra, multiplicam-se na Igreja e na sociedade frutos de amor, solidariedade, justiça e paz.
Convidamos todas as Igrejas particulares, com suas pastorais, movimentos, organismos, associações, novas comunidades, círculos bíblicos, grupos de família e outras expressões comunitárias, a fazer um verdadeiro mutirão de Leitura Orante em seus diversos métodos, entre os quais se destaca a Lectio Divina.
Deixemo-nos cativar pela Palavra. Ela faz arder nossos corações, abrir nossas mãos e torna velozes os nossos pés na missão. Maria, modelo perfeito de acolhida e de seguimento da Palavra nos acompanhe na escuta orante e na dedicação generosa ao anúncio da Palavra a partir do testemunho da nossa vida.

Brasília, 12 de maio de 2010.

O ESPÍRITO VEM PARA ESCLARECER

Jesus continua anunciando sua partida. “Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos; mas não sois capazes de as compreender agora”. Quando vier o Paráclito, ele há de esclarecer tudo o que ainda estiver na bruma.

Não temos dúvidas: o papel do Espírito, enviado pelo Pai e pelo Filho, não é o de dar novas revelações. Ele há de orientar a Igreja na compreensão cada vez mais profunda das palavras de Jesus e abrirá ao mundo as portas do amanhã. “A palavra de Deus, com efeito, não é um depósito de proposições cristalizadas; é uma palavra viva. É verdade de Deus, inexaurível em sua compreensão e em seus significados. É também verdade sobre o homem, rica de todas as implicações existenciais e históricas que o homem comporta. É uma força dinâmica que continua a revelar-se na história, que se enriquece pela reflexão, pela experiência e vicissitudes históricas da Igreja. A assistência do Espírito é orientação para a plenitude da verdade e é também estímulo para uma compreensão sempre nova e criativa, para uma fidelidade de leitura e interpretação que evite toda aventurosa acomodação humana” (Missal Cotidiano da Paulus, p. 458).

O Espírito torna atual a palavra de Jesus. Faz com que esta palavra não fique texto morto, mas palavra viva que é compreendida a partir de novos ângulos. Esse mesmo Espírito não deixa a Igreja adormecer e aponta caminhos nunca dantes percorridos.

O texto transcrito acima fala da “aventurosa acomodação humana”. Pode ser que um casamento, selado pelo sacramento, seja uma monótona repetição de gestos, de palavras, de encontro dos corpos. O Espírito aviva a união e faz com que os cônjuges se amem na força do amor do Esposo pela Igreja.

Pode acontecer que os pastores e ministros se tenham afeiçoado a um trabalho do tempo da cristandade. O Espírito vem questionar uma pastoral de mesmice e rotina. Ele ajuda os cristãos a fazerem uma leitura dos sinais dos tempos. “Movido pela fé, conduzido pelo Espírito do Senhor que enche o orbe da terra, o Povo de Deus esforça-se por discernir nos acontecimentos, nas exigências e na aspirações de nossos tempos em que participa com os outros homens, quais sejam os sinais verdadeiros da presença ou dos desígnios de Deus. A fé, com efeito, esclarece todas as coisas com luz nova” (Gaudium et Spes, 11).

Uma comunidade de fé não dispensa a luz do alto. Constantemente retoma as palavras de Jesus e tenta lê-las, em comunidade, à luz do Espírito. Não se contenta com uma leitura apenas doutrinal, mas na tentativa de compreender aquilo que o Espírito no diz. Mais ainda. Os cristãos não se acomodam. O Espirito abomina os terrenos batidos e a terra dura. Quer o novo.

EVANGELHO DO DIA - João 16,12-15

"Ainda tenho muitas coisas para dizer, mas agora vocês não seriam capazes de suportar. Quando vier o Espírito da Verdade, ele encaminhará vocês para toda a verdade, porque o Espírito não falará em seu próprio nome, mas dirá o que escutou e anunciará para vocês as coisas que vão acontecer. O Espírito da Verdade manifestará a minha glória, porque ele vai receber daquilo que é meu, e o interpretará para vocês. Tudo o que pertence ao Pai, é meu também. Por isso é que eu disse: o Espírito vai receber daquilo que é meu, e o interpretará para vocês. "

11 de mai. de 2010

DISCÍPULOS E SERVIDORES DA PALAVRA DE DEUS E A MISSÃO DA IGREJA NO MUNDO



Como é do conhecimento de todos, durante esses dias estamos reunidos em Brasília para a 48ª Assembléia Geral dos Bispos do Brasil. Este ano nossa Assembléia tem como tema principal a Palavra de Deus, da qual devemos ser discípulos e servidores, e cuja eficácia ilumina e impulsiona a missão da Igreja no mundo. É um tema bastante importante, levando em conta que a Palavra de Deus é fonte primária da Revelação divina e, como bem nos recorda a Constituição Dogmática Dei Verbum, do Concílio Vaticano II, deve ser como que “a alma da Teologia”.
Auscultando, portanto, os sinais dos tempos, sentimos uma urgente necessidade de nos colocarmos ainda mais insistentemente aos pés do Senhor, que nos “revela as Escrituras e parte o pão para nós” (cf. Lc 24, 28-32). Seguindo as tendências do último Sínodo dos Bispos, realizado em Roma, no ano de 2008, que teve como objeto de trabalho justamente a Palavra de Deus na vida e missão da Igreja, e fazendo eco a esta bela iniciativa, a CNBB quer propor ao povo brasileiro uma redescoberta da riqueza e profundidade contidas na Sagrada Escritura, o que certamente favorecerá não somente a edificação das pessoas em particular ou da Igreja, mas da inteira sociedade.
Antes de mais nada, é importante ressaltar que a Palavra de Deus é uma pessoa, a pessoa do Filho de Deus, consubstancial ao Pai e ao Espírito, existente desde toda a eternidade; e que essa Palavra tomou a nossa carne, entrou na nossa história, com um rosto e um nome: Jesus Cristo! Jesus é a Palavra Eterna do Pai feita homem, e Nele nós temos a plenitude da Revelação. Diante de Cristo, de sua pessoa e de sua palavra, o ser humano não pode permanecer indiferente, mas é convidado a responder com a obediência da fé, o que o torna participante da dinâmica do Reino e transmissor dessa mesma divina palavra. “A quantos, porém, a acolheram, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus” (1Jo 1,12).
A Palavra de Deus, celebrada na liturgia, assimilada na catequese e meditada pelos fiéis, principalmente através do salutar método da Lectio Divina, promoverá, sem dúvidas, uma renovação de toda a vida e a ação pastoral da Igreja, como bem nos pede o Documento de Aparecida e as diretrizes gerais para a ação evangelizadora do Brasil. O resultado esperado para essa maior atenção à Palavra de Deus é a “animação bíblica da pastoral”; mas, para que isto aconteça, é necessário superar os limites ainda sentidos de uma “pastoral da cristandade” e implantar corajosamente uma pastoral de comunhão, que procure atender às necessidades dos fiéis e responda aos questionamentos do mundo de hoje (cf. DAp 371).
Só a Palavra de Deus pode dar sentido e finalidade última para a pessoa, dar consistência e espírito solidário para a comunidade, criar inclusão e paz para a sociedade. A missão da Igreja no mundo, portanto, deve necessariamente partir desse contato íntimo com Deus e a Palavra que O revela, sem o qual esta mesma missão se tornaria infecunda e infrutífera. Todos os batizados são chamados a redescobrir o valor perene das Sagradas Escrituras para a sua vida e a vida da sua comunidade. Cabe a nós, pastores e ovelhas, acolher com sabedoria esta Palavra em nossos corações e sermos fiéis a quanto ela nos pede, deixando-nos contagiar pela ação do Espírito Santo, que é não somente o seu Autor, mas também o guia de sua reta interpretação.
Permaneçamos unidos em oração, suplicando ao Pai das luzes que acompanhe os trabalhos de nossa Assembléia Geral, e que a bênção do Senhor esteja com todos nós!

Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap
Bispo Diocesano de Caicó/RN