Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

11 de abr. de 2010

2ª DOMINGO DA PÁSCOA

EVANGELHO: João 20,19-31

Era o primeiro dia da semana. Ao anoitecer desse dia, estando fechadas as portas do lugar onde se achavam os discípulos por medo das autoridades dos judeus, Jesus entrou. Ficou no meio deles e disse: «A paz esteja com vocês.» Dizendo isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos ficaram contentes por ver o Senhor.
Jesus disse de novo para eles: «A paz esteja com vocês. Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês.» Tendo falado isso, Jesus soprou sobre eles, dizendo: «Recebam o Espírito Santo. Os pecados daqueles que vocês perdoarem, serão perdoados. Os pecados daqueles que vocês não perdoarem, não serão perdoados.»
Tomé, chamado Gêmeo, que era um dos Doze, não estava com eles quando Jesus veio. Os outros discípulos disseram para ele: «Nós vimos o Senhor.» Tomé disse: «Se eu não vir a marca dos pregos nas mãos de Jesus, se eu não colocar o meu dedo na marca dos pregos, e se eu não colocar a minha mão no lado dele, eu não acreditarei.»
Uma semana depois, os discípulos estavam reunidos de novo. Dessa vez, Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou. Ficou no meio deles e disse: «A paz esteja com vocês.» Depois disse a Tomé: «Estenda aqui o seu dedo e veja as minhas mãos. Estenda a sua mão e toque o meu lado. Não seja incrédulo, mas tenha fé.» Tomé respondeu a Jesus: «Meu Senhor e meu Deus!» Jesus disse: «Você acreditou porque viu? Felizes os que acreditaram sem ter visto.»
Jesus realizou diante dos discípulos muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. Estes sinais foram escritos para que vocês acreditem que Jesus é o Messias, o Filho de Deus. E para que, acreditando, vocês tenham a vida em seu nome.

10 de abr. de 2010

ENCONTRO DIOCESANO DA PASCOM

Durante a manhã e tarde deste sábado (10/04), aconteceu na cidade de Caicó o I WORKSHOP DE COMUNICAÇÃO, realizado pela Pastoral da Comunicação da Diocese de Caicó.
A PASCOM da Paróquia de São José se fez presente ao evento, através de Hércules, Lucineide e Cláudia.
Na parte da manhã, Cacilda Medeiros, integrante da PASCOM da Arquidiocese de Natal, falou sobre RÁDIO, esclarecendo sobre os programas de rádio e a importância desse veículo de comunicação para a evangelização.
À tarde, Joseilzon Lima falou sobre blogs, enfatizando a forma de criação e as ferramentas disponíveis para melhorar os blogs já existentes.
O encontro encerrou com palavras do Padre Heliton, de Cruzeta, coordenador diocesano da PASCOM.

O CORAÇÃO PODE FICAR EMPEDRADO

REFLEXÃO DO EVANGELHO

Quem vai nos ajudar a refletir sobre o evangelho deste sábado da oitava da Páscoa é São Pedro Crisólogo:
Por fim, Jesus apareceu aos Onze enquanto estavam comendo ((Mc 16,14). São homens sepultados, enterrados que o Senhor surpreende. Criticou-lhes a falta de fé, por se entregarem ao desespero, ao invés de esperarem a ressurreição que ele predissera, e seus servos anunciaram, enquanto não restava neles um só vestígio de fé ou de salvação. Mortos para o século, sepultados para o mundo, crêem todos que aquela casa (o cenáculo) é daí em diante seu túmulo comum.
Então o Senhor, vendo-os retirados do mundo, chama-os para o mundo de novo e os envia ao mundo. Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda criatura! (Mc 16,15). Vinde ao mundo, a fim de que vós,, que vos julgais prostrados no mesmo túmulo, vejais de repente todo o universo prostrado a vossos pés. Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda criatura! Ou seja, tornai-vos a esperança dos homens, vós que sois, para vós mesmos, causa de desespero.
Descobrireis a extensão de vossa incredulidade quando virdes o mundo crer em vossa palavra, vós que sequer confiastes no testemunho de vossos olhos. Sabereis qual a dureza de vosso coração quando virdes no mundo inteiro os povos mais selvagens proclamarem meu nome sem jamais me terem visto, enquanto vós me renegastes quando vivi entre vós.
Vereis homens divididos pela terra, homens encerrados em ilhas, encravados em rochedos, perdidos no deserto, mágicos pedantes, gregos tagarelas, romanos bem-falantes, procurarem a fé pela própria fé que vós procurastes com a mão e com o dedo no fundo das minhas chagas.
Mas eu vos envio como testemunhas de minha paixão, de minha morte e de minha ressurreição; aceito que olheis mais de perto esses mistérios, se vossa lentidão servir para fortificar a fé daqueles que hão de crer por meio de vós”

Fonte: www.franciscanos.org.br

EVANGELHO: Marcos 16,9-15

Depois de ressuscitar na madrugada do primeiro dia após o sábado, Jesus apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual havia expulsado sete demônios. Ela foi anunciar isso aos seguidores de Jesus, que estavam de luto e chorando. Quando ouviram que ele estava vivo e fora visto por ela, não quiseram acreditar.
Em seguida, Jesus apareceu a dois deles, com outra aparência, enquanto estavam a caminho do campo. Eles também voltaram e anunciaram isso aos outros, que não acreditaram nem mesmo nestes.
Por fim, Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto estavam comendo. Jesus os repreendeu por causa da falta de fé e pela dureza de coração, porque não tinham acreditado naqueles que o tinham visto ressuscitado. Então Jesus disse-lhes: «Vão pelo mundo inteiro e anunciem a Boa Notícia para toda a humanidade.

ENCONTRO DIOCESANO DA PASCOM


9 de abr. de 2010

JORNAL KYRIE - Mês de Abril/2010






Clique sobre as imagens para ampliá-las

LANÇANDO A REDE À DIREITA

REFLEXÃO DO EVANGELHO

Mais uma aparição do Ressuscitado aos apóstolos. Desta vez no meio dos trabalhos de pescadores. Os apóstolos tinham partido para a pesca e nada pescaram. Jesus se faz misteriosamente presente e repete-se agora o milagre da pesca que tinha sido feito na vida do Senhor. Lançam a rede e pescam muito e a frustração se transforma em admiração diante de um tão grande resultado.

O Ressuscitado mora na Igreja, na comunidade dos seus. Os cristãos são responsáveis, com seus bispos e sacerdotes, a buscar os que pecam, a andar atrás de ovelhas tresmalhadas, a passar dias e noites lançando rede e anzol. Por vezes temos a impressão que a pastoral é uma repetição monótona de palavras e ritos que parecem, digo bem, parecem sem vida e inócuos. Muitas de nossas comunidades, aqui e alhures, se esvaziaram. As razões são muitas e não vem ao caso aqui examiná-las. Pode ser que um certo empenho pastoral se tenha tornado frio, sem alma, sem a presença do Cristo Ressuscitado. Pode ser que nós, agentes de pastoral, sem querer, tenhamos deixado de fazer companhia ao Ressuscitado que vive em nosso meio.

Pode ser que, sem querer, tenhamos atribuído o sucesso ao nosso espírito inventivo esquecendo que somos servos inúteis. Pode que ser estejamos fazendo um trabalho sem ele. “Sem mim, nada podeis fazer!”

Terminamos a reflexão com uma palavra de São Pedro Crisólogo: “Já de manhã, Jesus estava na praia, a fim de que a Igreja na qual os discípulos estavam sendo sacudidos pelas ondas do mar, recuperasse a sua estabilidade na fé. Com efeito, Jesus encontra seus discípulos sem vigor em sua fé e desprovidos de força e de coragem. Eis porque chama de filhos aqueles aos quais indagou: Filhos, tendes alguma coisa para comer? Esses filhos eram Pedro, que o tinha negado, Tomé que tinha duvidado, João que tinha fugido”.

Como anda nosso trabalho pastoral? Agimos na pessoa do Ressuscitado? Não é ele que continua dando à Igreja oportunidade de fazer belas pescas?