Os textos e fotografias produzidos pela equipe da PASCOM da Paróquia São José – C. dos Dantas podem ser livremente utilizados, mencionando-se o blog http://www.montedogalo2009.blogspot.com/ como fonte

7 de abr. de 2010

EVANGELHO DO DIA - Lucas 24,13-35

Nesse mesmo dia, dois discípulos iam para um povoado, chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém. Conversavam a respeito de tudo o que tinha acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou, e começou a caminhar com eles. Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram. Então Jesus perguntou: «O que é que vocês andam conversando pelo caminho?» Eles pararam, com o rosto triste. Um deles, chamado Cléofas, disse: «Tu és o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que aí aconteceu nesses últimos dias?» Jesus perguntou: «O que foi?» Os discípulos responderam: «O que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em ação e palavras, diante de Deus e de todo o povo. Nossos chefes dos sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte, e o crucificaram. Nós esperávamos que fosse ele o libertador de Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias que tudo isso aconteceu! É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo, e não encontraram o corpo de Jesus. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos, e estes afirmaram que Jesus está vivo. Alguns dos nossos foram ao túmulo, e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas ninguém viu Jesus.»
Então Jesus disse a eles: «Como vocês custam para entender, e como demoram para acreditar em tudo o que os profetas falaram! Será que o Messias não devia sofrer tudo isso, para entrar na sua glória?» Então, começando por Moisés e continuando por todos os Profetas, Jesus explicava para os discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele.
Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais adiante. Eles, porém, insistiram com Jesus, dizendo: «Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando.» Então Jesus entrou para ficar com eles. Sentou-se à mesa com os dois, tomou o pão e abençoou, depois o partiu e deu a eles. Nisso os olhos dos discípulos se abriram, e eles reconheceram Jesus. Jesus, porém, desapareceu da frente deles.
Então um disse ao outro: «Não estava o nosso coração ardendo quando ele nos falava pelo caminho, e nos explicava as Escrituras?» Na mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém, onde encontraram os Onze, reunidos com os outros. E estes confirmaram: «Realmente, o Senhor ressuscitou, e apareceu a Simão!» Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus quando ele partiu o pão.

6 de abr. de 2010

As dores de Maria

Maria,
como Jesus,
bebeu até a
última gota
o cálice da dor

Meditemos as “Sete Dores de Maria”, momentos martirizantes que ela viveu. Contemplá-las é haurir lições e graças preciosas.
Santa Brígida diz-nos em suas revelações, que Nossa Senhora prometeu conceder sete graças a quem rezar, em cada dia, sete ave-marias em honra de sua dores e lágrimas. Eis as promessas: 1 – Porei a paz em suas famílias; 2 – Serão iluminados sobre os divinos mistérios; 3 – Consolá-los-ei em suas penas e acompanhá-los-ei em suas aflições; 4 – Conceder-lhes-ei tudo o que me pedirem, contanto que não se oponha à adorável vontade de meu divino Filho e a santificação de suas almas; 5 – Defendê-los-ei nos combates espirituais contra o inimigo infernal; 6 – Assistir-lhes-ei visivelmente no momento da morte; 7 – Serão transladados desta vida terrena à felicidade eterna...
A primeira dor de Maria foi ouvir o velho Simeão lhe apresentar a “espada da dor” que iria acompanhá-la por toda a vida.
A segunda dor foi o seu desterro para o Egito, com José e o Menino, fugindo da perseguição de Herodes.
A terceira foi a perda de Jesus em Jerusalém, aos doze anos. Ao entrar no Templo, após três dias de procura aflita, ela diz: “Filho, por que procedeste assim conosco? Eis que teu pai e eu te procurávamos aflitos” (Lc 2,48).
Na quarta dor Maria viveu os tormentos da Paixão de seu divino Filho. Encontrou-O no caminho do Calvário, flagelado, coroado de espinhos, esbofeteado, escarrado... Que mãe poderia aguentar tamanha dor?
Na quinta dor, Maria viu Jesus ser crucificado, viu o sangue jorrar de Suas mãos e pés, a cruz ser levantada, e participou da agonia indescritível de seu amado Filho, até a morte. Foi o golpe mais cruel e profundo da espada predita por Simeão. Quem poderia sofrer um martírio maior que este? Maria assistiu a todo o requinte da malvadeza humana contra Jesus... “de pé aos pés da cruz” (Jo 19,25) e ali nos recebeu como filhos. Ela nos deu à luz na dor do Calvário. A nova Eva, a verdadeira Mãe dos viventes oferecia na árvore da cruz o fruto de seu ventre, para destruir o pecado daquela que ousou comer do fruto da árvore proibida.
Na sexta dor, a Mãe recebeu nos seus braços o Filho morto, que foi descido da cruz por Nicodemos e José de Arimatéia (Jo 19,38ss.). Foi o preço do perdão a toda transgressão da lei divina; o preço de nossa salvação que Maria contemplava agora em seus braços.
A sétima dor foi a da solidão da Mãe que deixou no túmulo o Filho amado. Nessas dores ela não se desesperou e não se revoltou, perdoou os carrascos do seu Filho e aceitou submissa e obediente a vontade de Deus, a quem disse desde o começo: “Faça-se em mim segundo tua palavra” (Lc 1,38). Maria, como Jesus, bebeu até a última gota o cálice da dor e repetia com Jesus: “Pai, perdoai-lhes...” (Lc 23,34). Ela que sofreu tanto na alma, conhece também o sofrimento de cada um de nós e nos ajuda a sofrer com a mesma dignidade com que ela sofreu, sem desespero.

Prof. Felipe Aquino, escritor

LÁGRIMAS E JÚBILO

REFLEXÃO DO EVANGELHO

Aquela mulher estava encharcada de lágrimas. Todo seu ser era desolação, sentimento de perda, necessidade de fazer um luto. Procurava aquele que havia dado sentido aos seus dias e não o encontrava mais. Todo o relato fala de busca, de desejo.
Testemunhas angélicos que se achavam no lugar onde devia estar o seu amado fazem perguntas: “Por que choras?”. “Vim aqui para estar com meu Senhor, ao menos com seu corpo, e nada mais. Levaram o meu Senhor e não sei onde o puseram? Ao menos eu tinha um ponto de referência. Agora, nada mais”.

E a busca continua. Volta-se ela para trás e vê alguém que era Jesus e que ela não reconhece. Pensava que se tratasse do jardineiro. Novamente as perguntas: “Mulher, por que choras? A quem procuras?”

Transparece claramente o desejo. Ela não se cansa. Está disposta a buscá-lo. “Senhor, se foste tu que o levaste, dize-me onde o colocaste e eu o irei buscar”. Maria procurava um morto e vai encontrar o vivo. No começo não o reconhece. Há um momento “pessoal”. O jardineiro, que era o Ressuscitado, diz uma palavra revestida de amor: “Maria”. Nesse momento ela o reconhece. “Mestre”. Havia, agora, a certeza da presença daquele que partira. O coração da mulher começava a se aquecer.

Ela tem o desejo de retê-lo, de segurar-lhe os pés. “Não me segures”. Jesus vivo não é mais das coisas de baixo. No momento fora elevado e alçado à glória do Pai. Agora, a maneira de Jesus viver é assim: estar com o Pai.

E Maria Madalena, que não pertencia ao grupo dos apóstolos, é encarregada de uma missão: anunciar a exaltação do Senhor. “Vai dizer aos meus irmãos: subo para junto de meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”.

E a missionária da ressurreição, que não pôde reter Jesus, foi, alegre, anunciar uma maravilhosa notícia: “Eu vi o Senhor”. A comunidade cristã vive dizendo a mesma coisa. Vemos o Senhor, através da fé, nos gestos de profunda amizade pessoal. Maria reconhece o Messias quando ouve seu nome sair dos lábios daquele que ela amava. Vemos ou ouvimos o Senhor quando sua Palavra é proclamada, quando enxugamos o suor do rosto dos que sofrem, quando dois ou três estão reunidos em seu nome. Todos somos “buscadores” do Ressuscitado.

Concluímos nossa reflexão com palavras de Santo Ambrósio: “O Senhor não rejeita ser tocado por uma mulher, mesmo porque Maria inclusive já ungira seus pés com perfume. Ele não recusa o contato, mas ensina como progredir. Pois, aqueles que tocaram Cristo durante sua permanência nesta vida e neste corpo, nem todos podem tocar nele ressuscitado. Quem quer tocar em Cristo deve mortificar seus membros e como destinado a ressuscitar, se revestir de infinita misericórdia, renunciando sem hesitação às coisas da terra”.

EVANGELHO DO DIA - João20,11-18

Maria tinha ficado fora, chorando junto ao túmulo. Enquanto ainda chorava, inclinou-se e olhou para dentro do túmulo. Viu então dois anjos vestidos de branco, sentados onde o corpo de Jesus tinha sido colocado, um na cabeceira e outro nos pés. Então os anjos perguntaram: «Mulher, por que você está chorando?» Ela respondeu: «Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o colocaram.»
Depois de dizer isso, Maria virou-se e viu Jesus de pé; mas não sabia que era Jesus. E Jesus perguntou: «Mulher, por que você está chorando? Quem é que você está procurando?» Maria pensou que fosse o jardineiro, e disse: «Se foi o senhor que levou Jesus, diga-me onde o colocou, e eu irei buscá-lo.» Então Jesus disse: «Maria.» Ela virou-se e exclamou em hebraico: «Rabuni!» (que quer dizer: Mestre). Jesus disse: «Não me segure, porque ainda não voltei para o Pai. Mas vá dizer aos meus irmãos: ‘Subo para junto do meu Pai, que é Pai de vocês, do meu Deus, que é o Deus de vocês.’» Então Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos: «Eu vi o Senhor.» E contou o que Jesus tinha dito.

5 de abr. de 2010

Mensagem de Agradecimento (Santa Vitória)

"Um dia, ao subir o Monte do Galo em Carnaúba dos Dantas - RN, parei em frente a um quartinho que há lá em cima e fiquei observando os objetos ali, organizados. Havia dezenas de pernas feitas de madeira, cabeças, além de fotos velhas e não tão velhas. Havia cabelos, braços, mãos, roupas; réplicas de carros, casas e móveis. Tantos objetos deixados ali por romeiros vindos de toda a Paraíba e, também, de todo o Brasil. Não conseguia entender tamanha devoção em Santa Vitória (para os carnaubenses, Nossa Senhora das Vitórias).
De repente, uma folha de papel voou e parou junto aos meus pés. Peguei aquele papel já meio amarelado e fiquei com ele nas mãos. No início pensei em jogá-lo fora, mas a curiosidade foi maior e quão maior, foi minha surpresa ao ler as palavras escritas naquele papel.
No ínicio, tinha escrito como título: "DEUS ME QUER BEM E SANTA VITÓRIA TAMBÉM"

Descobri que Deus me quer bem. Sabe por quê?
Uma vez, estava eu sozinho em casa e pensava seriamente em desistir de tudo. A minha vida não tinha mais sentido. O chão parecia querer engolir-me e eu, já não tinha mais forças para lutar contra ele.
Perdi tudo! Perdi todos os bens que havera conquistado, e, entre eles, o meu bem maior: a minha família. Me tornei dependente dos meus erros, dos meus pecados, dos jogos e do vício. Já não conseguia mais andar de cabeça erguida. Parecia-me que o mundo apontava para mim e dizia: Você não merece ser feliz. Não conseguia mais sair de casa sem me culpar por todos os males da humanidade.
Um dia, um amigo - daqueles que não mede esforços para lhe puxar do abismo - me convidou para visitar o santuário de Santa Vitória em Carnaúba dos Dantas - RN. Ele disse que já o visitara várias vezes e que alcançara várias graças. Não acreditei, mas disse que pensaria no caso. Na mesma noite ao pegar no sono, ouvi uma voz grave a me dizer que eu precisava ir ao Santuário do Monte do Galo naquela cidadezinha do interior do Rio Grande do Norte. E no sonho, a minha família parecia querer dizer-me algo. Todos: a minha esposa e os meus três filhos vestiam vestes azuis, rosa e marrom e estavam ajoelhados em frente a imagem de uma santa. Levantei no outro dia cedinho e só conseguia pensar no sonho que eu tivera. Liguei para o meu amigo e disse que ele poderia contar comigo. Eu precisava conhecer esse Santuário.
Saímos na quarta-feira de cinzas de João Pessoa às duas horas da madrugada. Fomos direto para o Santuário. Sempre fui um homem católico, apesar de tão pecador. Subi aquela serra rezando o terço e, tentando imaginar o que o sonho queria dizer-me. A cada estação que eu parava para orar, parecia que o meu coração iria explodir. Eu chorava e pedia perdão pedindo que aquela Santa tão invocada pelos romeiros, me desse a graça de ter de volta novamente a minha vida: minha família e o respeito das pessoas. Que me tirasse daquele abismo profundo do qual eu tinha medo de não conseguir mais sair. Meu amigo batia em meu ombro e dizia: Confia na graça divina meu amigo! Foi Deus quem te mandou ao encontro de Santa Vitória. E eu chorava ainda mais. Não importava que as pessoas me olhassem com ar surpeso. Afinal, um homem da minha idade chorando que nem bebê! Continuei subindo a serra, rezando e chorando. Ao chegarmos em frente a capelinha o meu amigo parou repentinamente e puxou-me pelo braço. Eu queria subir até cruzeiro. Ele insistiu e puxou-me novamente pedindo-me para adentrar-mos na capela. Fiz o que ele pediu-me. Ao entrar na capelinha no alto do Monte do Galo parecia que eu estava a sonhar acordado. Ali, de joelhos em frente ao altar,estavam quatro pessoas vestidas com vestes azuis, rosa e marrom. Oravam alto pedindo compaixão pelo homem que tanto amavam e queriam de volta curado. Esse homem era eu. Hoje, venho agradecer a Santa Vitória pela graça recebida aqui, no Monte do Galo.
Sabe, descobri que "Deus me quer bem", pois com sua voz, Ele me fez conhecer, adorar e ser agraciado por Santa Vitória. Amém.

Ali mesmo onde eu estava, em frente a tal capelinha, com um papel nas mãos, ajoelhei-me e comecei a chorar. Chorei como nunca havia nfeito e rezei para que aquela família fosse para sempre abençoada, pois naquele papel, estava escrito a vida e o perdão do meu pai. Guardei o papel no bolso e desde esse dia, toda quarta-feira santa, volto a Carnaúba dos Dantas no Rio Grande do Norte para agradecer-lhe por tudo o que hoje, eu sou."

Fonte: http://amigosdesantavitoria.blogspot.com/

ELE VIVE, MAS PARA VÊ-LO HÁ UM CAMINHO A FAZER

Segunda-feira da oitava da Páscoa
REFLEXÃO DO EVANGELHO


Começamos a viver o tempo pascal. Durante algumas semanas seremos levados a aprofundar nossa fé na presença do Ressuscitado em nosso meio. O desejado das colinas eternas, aquele que é a Palavra tornada carne, história, vida humana, Palavra tornada cruz, agora é o Ressuscitado. Chamamo-lo de Senhor, Senhor Jesus. As primeiras comunidades cristãs foram compreendendo, aos poucos, que ele estava no meio de todos, principalmente quando corações puros se reuniam em seu nome.

Mulheres que amavam o Senhor foram as primeiras contempladas com a graça de compreenderem sua vida nova. Elas estavam em torno do misterioso sepulcro vazio.

Tentemos acompanhar, passo a passo, os versículos do evangelista Mateus. As mulheres são personagens centrais. Elas se abrem à fé. “Cristo ressuscitado só se revela a quem é aberto ao amor e à fé. As mulheres buscam a Jesus porque o amaram e o amam. A revelação é graça, vem por pura iniciativa do Senhor (cf. Missal Cotidiano da Paulus, p. 335).


Mulheres deixam o sepulcro. Elas são responsáveis de anunciar a ressurreição. Estavam com medo, devido aos acontecimentos que se atropelavam. Medo e alegria paradoxalmente se acoplam.

Dá, então, a manifestação do ressuscitado. “Alegrai-vos”. As mulheres se prostram e abraçam seus pés. Pedro Crisólogo: “Essas mulheres, ele as encontrou já maduras na fé; dominando suas fraquezas, se apressam para o mistério, procurando o Senhor com todo o ardor da fé. Por isso, mereceram que ele fosse ao encontro delas com essa saudação: Alegrai-vos! Não apenas concede-lhes tocá-lo, mas ainda possuí-lo, na medida do amor de ambas. Diz o evangelista: Elas se aproximaram e abraçaram seus pés, em adoração. Essas mulheres que abraçaram os pés de Cristo, são, na Igreja, modelos de pregação evangélica. Merecem essa graça devido ao ardor de sua carreira: tocaram os pés do Salvador com tamanha fé que lhes foi concedida a honra de abraçar a glória divina” (Lecionário Monástico II, p. 35-36).

Fonte: www.franciscanos.org.br

EVANGELHO DO DIA - Mateus 28,8-15

As mulheres saíram depressa do túmulo; estavam com medo, mas correram com muita alegria para dar a notícia aos discípulos. De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse: «Alegrem-se!» As mulheres se aproximaram, e se ajoelharam diante de Jesus, abraçando seus pés. Então Jesus disse a elas: «Não tenham medo. Vão anunciar aos meus irmãos que se dirijam para a Galiléia. Lá eles me verão.»
Quando as mulheres partiram, alguns guardas do túmulo foram à cidade, e comunicaram aos chefes dos sacerdotes tudo o que havia acontecido. Os chefes dos sacerdotes se reuniram com os anciãos, e deram uma grande soma de dinheiro aos soldados, dizendo-lhes: «Digam que os discípulos dele foram durante a noite, e roubaram o corpo, enquanto vocês dormiam. Se o governador ficar sabendo disso, nós o convenceremos, e vocês não precisam ficar preocupados.» Os soldados pegaram o dinheiro, e agiram de acordo com as instruções recebidas. E assim, tal boato espalhou-se entre os judeus, até o dia de hoje.